A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

17/09 CORONAVIRUS: Brasil tem 21,080 milhões de casos confirmados - Conass

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - O número de mortes em decorrência da covid-19 no território brasileiro subiu para 589.573, segundo divulgação do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), com 333 novos registros nas últimas 24 horas. A taxa de letalidade da doença é de 2,8% de casos totais, que somam 21.080.219, com 11.202 registros nas últimas 24 horas, de acordo com as secretarias estaduais de Saúde. São Paulo registra o maior número de mortes, com 147.811 confirmações, seguido por Minas Gerais, com 53.971 óbitos. Os estados que sucedem a lista de maior número mortes causadas pelo novo coronavírus são o Paraná, com 38.333, Rio Grande do Sul (34.575) e Bahia (26.742). Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 CARNES: Casos de EEB tumultuam mercado do boi. O que esperar? (video)

Porto Alegre, 14 de setembro de 2021 - Acompanhe a entrevista do consultor de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, sobre o mercado de carne bovina e boi gordo. Em conversa com o jornalista da Agência SAFRAS, Dylan Della Pasqua, ele comenta a atual situação dos preços, em meio aos casos de vaca louca e, principalmente, a suspensão das vendas para a China. O que esperar daqui para frente? Acompanhe no vídeo. Confira no link abaixo, na Safras TV e no Youtube: http://www2.safras.com.br/safras-tv/ https://open.spotify.com/track/0uASyQM62OGfteRsM5bk5s?si=f6c78e59cc20421c Acompanhe na Safras TV, vídeos da equipe de jornalistas e analistas de SAFRAS & Mercado, com as informações sobre a movimentação dos principais mercados brasileiros e mundiais para as commodities agrícolas. Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 AGENDA: Acompanhe os principais eventos do agronegócio na semana que vem

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - Acompanhe abaixo os principais eventos ligados ao agronegócio e à economia na semana entre 20 e 24 de setembro: -----Segunda-feira (20/09) - Coreia do Sul: A bolsa de Seul permanece fechada devido a um feriado. - Japão: A bolsa de Tóquio permanece fechada devido a um feriado. - China: A bolsa de Xangai permanece fechada devido a um feriado. - China: A decisão de política monetária será publicada pelo Banco do Povo da China (Pboc, o banco central do país). - Alemanha: O índice de preços ao produtor de agosto será publicado às 3h pelo Destatis. - O BC divulga às 8h30min o Relatório Focus com as previsões do mercado para a economia. - Inspeções de exportação semanal dos EUA - USDA, 12hs. - Balança comercial das três primeiras semanas de setembro - Ministério da Economia, 15hs. - Condições das lavouras dos EUA - USDA, 17hs. ----Terça-feira (21/09) - China: A bolsa de Xangai permanece fechada devido a um feriado. - Coreia do Sul: A bolsa de Seul permanece fechada devido a um feriado. - Estimativa para a safra brasileira de café em 2021 - Conab, 9hs. - Dados sobre as lavouras do Paraná - Deral, na parte da manhã. -----Quarta-feira (22/09) - China: A bolsa de Hong kong permanece fechada em função de um feriado. - Coreia do Sul: A bolsa de Seul permanece fechada devido a um feriado. - Japão: A decisão de política monetária será publicada pelo Banco do Japão. - A posição dos estoques de petróleo dos EUA até sexta-feira da semana anterior será publicada às 11h30min pelo Departamento de Energia (DoE). - Definição da taxa Selic, o juro básico da economia brasileira - Copom/BC, após o encerramento do mercado. -----Quinta-feira (23/09) - Japão: A bolsa de Tóquio permanece fechada devido a um feriado. - Reino Unido: A decisão de política monetária será publicada às 8h pelo Banco da Inglaterra. - Exportações semanais de grãos dos EUA - USDA, 9h30min. - Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs. - Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde. -----Sexta-feira (24/09) - Japão: O índice de preços ao consumidor de agosto será publicado às na noite anterior pelo Ministério de Assuntos Internos e Comunicação. - IPCA-15 e IPCA-Amplo de setembro - IBGE, 9hs. - Atualização da evolução das lavouras argentinas e levantamento mensal - Ministério da Agricultura, na parte da manhã. - Dados de desenvolvimento das lavouras do Mato Grosso - IMEA, na parte da tarde. Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 CARNES: SC amplia exportação e faturamento supera US$ 2 bi em 2021

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - Maior produtor de carne suína e segundo maior produtor de carne de frango do Brasil, Santa Catarina amplia os embarques internacionais e o faturamento já passa de US$ 2 bilhões em 2021. De janeiro a agosto deste ano, os catarinenses aumentaram em 3,9% a quantidade de carnes exportadas, gerando uma alta de 10,3% nas receitas geradas. Os números são divulgados pelo Ministério da Economia e analisados pelo Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Epagri/Cepa). "O agronegócio catarinense não para de crescer. A avicultura e a suinocultura são os principais produtos da pauta de exportações de Santa Catarina e seguimos batendo recordes de venda mundo afora. Temos muito a comemorar, porque esses números se traduzem em geração de emprego e desenvolvimento econômico, além de demonstrar a qualidade da produção catarinense, que atende aos mercados mais exigentes do mundo", destacou o secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Altair Silva. Os embarques de carne de frango seguem em alta e este ano são 661,5 mil toneladas vendidas ao Exterior - 0,7% a mais do que no mesmo período de 2020. O faturamento ultrapassa US$ 1,1 bilhão, um crescimento de 11,8%. Santa Catarina responde por 24% do total exportado pelo país e os principais mercados são Japão, China e Arábia Saudita. Segundo o analista da Epagri/Cepa Alexandre Giehl, a carne de frango segue ainda com demanda elevada no mercado interno, principalmente em função dos preços elevados das demais carnes e da descapitalização dos consumidores, que buscam opções mais econômicas. Carne suína De janeiro a agosto deste ano, Santa Catarina ampliou em 24,7% o faturamento com os embarques de carne suína, superando US$ 945,8 milhões, com mais de 380 mil toneladas exportadas. Os principais mercados são China, Chile e Hong Kong. "É importante observar que outros países têm ganho importância relativa no ranking de exportações de Santa Catarina, como é o caso do Chile, Argentina, Filipinas e Emirados Árabes Unidos. Esse processo é importante pois, no médio prazo, diminui a dependência excessiva da suinocultura catarinense em relação aos chineses", destacou Alexandre Giehl. Diferenciais da produção catarinense O Estado é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como área livre de febre aftosa sem vacinação, o que demonstra um cuidado extremo com a sanidade animal e é algo extremamente valorizado pelos importadores de carne. Além disso, Santa Catarina, junto com o Rio Grande do Sul, é zona livre de peste suína clássica. Com informações da assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural de Santa Catarina. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 AGRICULTURA: Ministra defende mais recursos para práticas sustentáveis

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - Na reunião com ministros da Agricultura do G20, em Florença, na Itália, a ministra Tereza Cristina defendeu nesta sexta-feira que a, próxima década, deve ser marcada pela maior disponibilidade mundial de recursos para que produtores rurais possam adotar práticas inovadoras e sustentáveis. "Para a próxima década, é necessário ampliar a disponibilidade de recursos para a adoção de práticas inovadoras. Eles precisam ter custo e benefício adequados e serem acessíveis a todos, e não apenas a alguns produtores subsidiados nos países ricos. Somente alinhando tecnologias sustentáveis com investimentos, faremos da agricultura um setor estratégico para uma recuperação verde", disse, ao participar da sessão "Pesquisa como força motriz da sustentabilidade". De acordo com a ministra, a ciência é um dos principais pilares da sustentabilidade no agro. Primeiro, por criar ferramentas que permitem aos produtores rurais produzirem mais, usando menos recursos naturais. Em segundo, por trazer evidências científicas que garantem o fluxo adequado de alimentos. "Pesquisa e inovação são fundamentais para o desenvolvimento de uma agricultura de baixa emissão de carbono", destacou. Tereza Cristina criticou a adoção de medidas protecionistas por parte de países ricos, o que, segundo ela, afeta a concorrência global, aumenta o número de pessoas em situação de pobreza e impacta de forma negativa as comunidades rurais de nações em desenvolvimento. "O protecionismo, como todos sabemos, recompensa a ineficiência e é ruim para a sustentabilidade. Mas agora, além do protecionismo, também enfrentamos o "precaucionismo". Os reguladores estão cada vez mais impondo medidas limitantes na tentativa de proteger os consumidores antecipadamente contra todos os tipos de riscos possíveis. Isso não é racional. Os países devem abster-se de implantar barreiras comerciais injustificáveis e se concentrar na remoção permanente das barreiras pendentes". Para a ministra, todas as decisões e a regulamentação mundial do agro devem ser tomadas com base em evidências científicas. "A ciência é a chave para mantermos o comércio fluindo e os mercados previsíveis". Os membros do G20 são: África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, India, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e a União Europeia. A Espanha é convidada permanente. Os membros do G20 respondem por mais de 80% do PIB mundial, 75% do comércio global e 60% da população do planeta. Reuniões bilaterais Em Florença, Tereza Cristina teve reuniões com colegas dos países participantes. Ela encontrou-se com secretário dos Estados Unidos, Tom Vilsack, para debater agricultura sustentável e ações conjuntas de prevenção à entrada da Peste Suína Africana nos territórios brasileiro e norte-americano. No encontro com o ministro da Espanha, Luis Planas Puchades, Tereza Cristina agradeceu o apoio do governo espanhol à assinatura do Acordo Mercosul-União Europeia. "Concordamos que o comércio agrícola justo e livre beneficiará produtores e consumidores nos dois blocos", disse. Agenda Neste sábado (18), a ministra irá debater com seus pares a Contribuição do G20 para a próxima Cúpula dos Sistemas Alimentares (Food Systems Summit) e para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 26). Com informações da assessoria de imprensa do Mapa. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 EMPRESAS: Contrato da BRF com Intrepid deve diminuir pressão de custos

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - O contrato firmado pela BRF com a Intrepid para construção de parque de autogeração de energia solar no Ceará deve diminuir a pressão dos custos adicionais da empresa, disse Luis Sales, analista da Guide Investimentos. Em relatório, ele afirmou que o acordo possui um viés ESG, "o que tem se tornado um diferencial cada vez mais crítico para investidores institucionais, em especial, estrangeiros." O investimento estimado no projeto é de aproximadamente R$ 1,1 bilhão, correspondente a R$ 3,7 milhões por megawatt-pico (MWp) instalado e o início das operações do parque está previsto para 2024. A BRF entrará no projeto através de uma holding detida conjuntamente com a Intrepid, que tem por objetivo a construção do parque nas cidades de Mauriti e Milagres, com capacidade instalada de 320 MWp e geração média de 80 MWm. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 CARNE BOVINA: Mercado em Mato Grosso está em compasso de espera - Imac

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - Após a identificação de um caso atípico de encefalopatia espongiforme bovina (EEB) em uma unidade frigorífica em Mato Grosso, o mercado de carne mato-grossense segue em observação. Apesar do bom volume de exportações nos primeiros dias de setembro, o cenário ainda está difícil de ser lido, dificultando projeções. Na quarta-feira (16), o Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) declarou que não há previsão para o fim da suspensão de exportação do Brasil para China, Rússia e Arábia Saudita. Os três países barraram a compra de carne bovina brasileira após a oficialização dos dois casos de EEB, popularmente conhecida como "mal da vaca louca". Além de Mato Grosso, houve um diagnóstico também em Minas Gerais. A paralisação das exportações para a China foi tomada pelo Mapa de forma preventiva. Mesmo com a confirmação laboratorial de que os dois casos derivavam de uma anomalia genética, e não nutricional, a Rússia optou por suspender as compras do Brasil. Nesta semana, a Arábia Saudita anunciou bloqueio à carne produzida por cinco plantas frigoríficas de Minas Gerais, sem impacto para Mato Grosso, que segue fornecendo proteína animal ao país sem restrições. "É um momento de vigilância e espera. Tivemos um mês de agosto aquecido nas exportações, com recorde no volume embarcado. O início de setembro indicava que o ritmo seguiria intenso, mas a suspensão de vendas para a China é um fato muito relevante para Mato Grosso, já que 62% das nossas exportações são destinadas ao mercado chinês", contextualiza o diretor de Operações do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac), Bruno de Jesus Andrade. A participação da China nas exportações mato-grossenses é realizada por oito das 31 indústrias frigoríficas ativas no estado, que são as unidades habilitadas pelo rigoroso protocolo do governo chinês. Mato Grosso tem o maior rebanho bovino do Brasil e é o maior produtor de carne bovina no País, sendo também o segundo maior exportador. Com o risco sanitário minimizado após a comprovação de origem genética para os dois casos de EEB, as incertezas são comerciais. "Sabemos que se tratava de duas situações de exceção e esse fato tranquiliza o mercado. Temos protocolos de controle e defesa sanitária sólidos, reconhecidos pela OIE e pelo mercado internacional. Agora, precisamos mensurar os reflexos econômicos", observa Andrade. Em agosto, Mato Grosso exportou 50,18 mil toneladas de equivalente carcaça (TEC) de carne bovina. É um número recorde, que correspondeu a uma alta de 20,94% em relação ao volume embarcado em julho. Esse marco foi recebido como boa notícia pelo mercado, já que, de janeiro a agosto, o estado ainda enfrenta uma retração de 5,32% no volume embarcado se comparado ao mesmo período de 2020. "Por outro lado, a receita com a exportação em 2021 está 7,92% acima da registrada em 2020, sinalizando a valorização da carne bovina mato-grossense no mercado internacional", pontua o executivo do Imac. Situação não é inédita Esta não é a primeira vez em que a EEB paralisou o comércio exterior da carne bovina mato-grossense. Em 2019, um caso da doença foi identificado no estado, também de forma atípica e sem risco sanitário. As exportações foram imediatamente suspensas, como prevê o protocolo de controle sanitário da OIE. O fato teve como consequências a queda nas cotações de boi gordo, a redução na escala de abate dos frigoríficos e uma pequena retratação nas exportações (de apenas 1,13%). Em 2019, a suspensão nas exportações durou 10 dias. Neste ano, já são 12 dias de bloqueio. O Mapa informa que todas as informações técnicas foram enviadas para os governos da China, Rússia e Arábia Saudita, mas não é possível precisar em quanto tempo haverá resposta de cada país. O mercado, assim, segue em compasso de espera. Com informações da assessoria de imprensa do Instituto Mato-grossense da Carne (Imac). Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

17/09 PETRÓLEO: Futuros caem mais de 1% com retorno de produção dos EUA

Porto Alegre, 17 de setembro de 2021 - Os preços dos contratos futuros de petróleo caem mais de 1% nesta manhã depois que as produtoras da commodity localizadas no Golfo do México começam a retornar lentamente às operações após a passagem de dois furacões. Por volta de 11h13 (de Brasília) preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para outubro caía 1,62%, cotado a US$ 71,44 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para outubro regredia 1,14%, cotado a US$ 74,82 o barril. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

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