A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

14/05 MERCADO EUROPA: Ações sobem com menor temor por redução de estímulos

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - Os principais índices do mercado de ações europeu operam em alta, em linha com a recuperação nos mercados globais refletindo a redução de preocupações sobre a retirada de estímulos pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). "Os mercados europeus se recuperam depois que vários membros do Federal Reserve acalmaram os mercados, indicando que ainda é muito cedo para falar em redução e que serão necessários vários meses de análise dos dados de inflação e emprego antes de tomar uma decisão sobre a redução dos estímulos", segundo o analista do IG, Sergio Ávila. As autoridades do banco central dos Estados Unidos consideram que as pressões inflacionárias serão transitórias e não se sustentarão no tempo. "Neste contexto, as bolas europeias estão sendo negociadas com lucro. As ações das empresas mais afetadas pela pandemia continuam a ser as preferidas dos investidores e isso beneficia a Bolsa de Madri, que tem uma forte componente cíclica" e sobe mais de 1%. Além disso, os preços do petróleo aumentaram ligeiramente depois de cair cerca de 3% no dia anterior, já que os casos do novo coronavírus permaneceram altos na India, um grande consumidor de petróleo, e porque um oleoduto importante nos Estados Unidos retomou as operações após ser encerrado devido a um ataque cibernético. Por fim, os investidores digerem a ata do Banco Central Europeu (BCE), na qual os membros do Conselho reiteraram que decisões sobre o ritmo de compras de ativos dependem de dados, que serão reavaliados na próxima reunião, em junho. Analistas não descartam, na ocasião, uma pequena redução nas compras. Confira abaixo a variação e a pontuação dos índices europeus por volta de 9h27 (horário de Brasília): FTSE-100 (Londres): +0,70%, 7.012,19 pontos DAX-30 (Frankfurt): +0,78, 15.304,92 pontos CAC-40 (Paris): +0,94%, 6.347,63 pontos FTSE MIB (Milão): +0,55%, 24.620 pontos IBEX-35 (Madri): +1,07%, 9.062,10 pontos SMI-20 (Zurique): +0,53%, 11.092,42 pontos PSI-20 (Lisboa): +1,18%, 5.173,43 pontos Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

14/05 CÂMBIO: Dólar abre em queda acompanhando exterior

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - O dólar comercial abriu em queda em relação ao real acompanhando os movimentos dos mercados financeiros internacionais em um dia no qual o apetite por risco impulsiona as moedas de países emergentes e também aquelas vinculadas a exportadores de commodities. "Lá fora o dólar perde de seus pares e das moedas emergentes e ligadas as commodities, com destaque para o peso mexicano", observou a equipe da Correparti Corretora de Câmbio em comentário matinal. Por volta das 9h25 (horário de Brasília), o dólar comercial registrava queda de 0,63%, sendo negociado a R$ 5,2790 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em junho de 2021 apresentava recuo de 0,56%, cotado a R$ 5,2865. O Dollar Index, que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de moedas, opera em queda de 0,34%. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

14/05 ECONOMIA: Apoio à política monetária continua sendo crucial - Ata BCE

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - Os membros do Conselho do Banco Central Europeu (BCE) concordaram em reavaliar as condições financeiras na próxima reunião, em junho, e reiteraram sua prontidão em ajustar seus instrumentos monetários, se necessário, de acordo com a ata reunião realizada nos dias 21 e 22 de abril. "Os membros recordaram que a reunião de política monetária de junho proporcionaria a próxima oportunidade para realizar uma avaliação exaustiva das condições de financiamento e das perspectivas de inflação", diz a ata, citando a divulgação das novas projeções macroeconômicas. "O amplo apoio à política monetária continua a ser crucial para além do período de pandemia, a fim de sustentar a inflação e devolvê-la à meta inflacionária. O Conselho do BCE, portanto, precisa continuar pronto para ajustar todos os seus instrumentos, conforme necessário, para cumprir seu mandato". Na reunião de abril, o BCE manteve seu programa de compra de emergência pandêmica (PEPP, na sigla em inglês) de US$ 1,850 trilhão de euros, e reiterou que as compras continuarão em ritmo mais alto neste trimestre, de forma flexível, para manter as condições financeiras favoráveis na zona do euro. Segundo a ata, na reunião os membros concordaram que "o ritmo futuro das compras ao abrigo do PEPP dependia dos dados e continuaria a basear-se na avaliação conjunta das condições de financiamento e das perspectivas de inflação". Os membros concordaram que a recuperação na demanda global e medidas orçamentais adicionais apoiaram a atividade global e da zona do euro, ao mesmo tempo em que retrocessos nas campanhas de vacinação e taxas elevadas de novas infecções por covid-19 em vários países pesam no curto prazo. Assim, a economia da eurozona deve encolher o primeiro trimestre. "Os membros em geral esperam que uma recuperação mais forte na segunda metade de 2021, mas enfatizaram que a incerteza em torno da perspectiva de crescimento de curto prazo permanece alta", enquanto os riscos se tornaram mais equilibrados no médio prazo, diz a ata. Com relação aos preços, os membros esperam que aumentem ligeiramente em 2021 devido a restrições de oferta de curto prazo e à recuperação da procura interna, com alguma volatilidade na inflação no restante do ano. Já as expectativas de inflação a mais longo prazo mantiveram-se em níveis baixos. Por fim, para os membros, as condições de financiamento da zona do euro permaneceram amplamente estáveis, com juros de títulos soberanos movendo-se de lado e desacoplados da reprecificação das taxas de juros dos Estados Unidos, enquanto o aumento no início do ano justifica um acompanhamento atento. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo

14/05 ECONOMIA: Reunião de junho será oportuna para avaliar condições - Ata BCE

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - Os membros do Conselho do Banco Central Europeu (BCE) concordaram em reavaliar as condições financeiras na próxima reunião, em junho, e reiteraram sua prontidão em ajustar seus instrumentos monetários, se necessário, de acordo com a ata reunião realizada nos dias 21 e 22 de abril. "Os membros recordaram que a reunião de política monetária de junho proporcionaria a próxima oportunidade para realizar uma avaliação exaustiva das condições de financiamento e das perspectivas de inflação", diz a ata, citando a divulgação das novas projeções macroeconômicas. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo

14/05 PETRÓLEO: Preços futuros aceleram e sobem mais de 1%

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - Os preços dos contratos futuros de petróleo aceleraram as altas nesta manhã e sobem mais de 1% com o retorno das operações do oleoduto Colonial após iniciar o dia com perdas superiores a 3%. Por volta de 8h41 (de Brasília) preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para junho subia 1,28%, cotado a US$ 64,65 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para julho avançava 1,40%, cotado a US$ 67,98 o barril. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

14/05 MERCADO ÁSIA: Ações fecham em campo positivo; Tóquio sobe 2,0%

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - Os principais índices do mercado de ações asiático fecharam em alta, com avanço de mais de 2% em Tóquio, seguindo os ganhos de ontem em Wall Street em meio à redução das preocupações sobre redução de estímulos nos Estados Unidos, após dados fortes. O número de novos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos caiu em 34 mil na semana encerrada em 8 de maio, totalizando 473 mil, nível mais baixo do indicador desde 14 de março de 2020. "As ações pararam de cair em uma queda de três dias, com os investidores migrando para as empresas de valor por crescimento como sinais de um fortalecimento do mercado de trabalho moderado as preocupações com a inflação", segundo analistas do DBS, em relatório. As ações de tecnologia lideraram o avanço na Ásia, depois dos ganhos de ontem no pregão norte-americano. Segundo os analistas, enquanto alguns investidores insistem que o aumento da inflação é um estouro de reabertura pontual, os mercados mais amplos estão se protegendo contra a possibilidade de que isso possa persistir e forçar o banco central a agir. As autoridades do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) vêm tentando transmitir a mensagem de que consideram os picos de inflação neste ano transitórios, como disse ontem um dos diretores do Fed, Christopher Waller. Confira abaixo a variação e a pontuação de fechamento dos índices asiáticos: Nikkei 225 (Tóquio): +2,32%, 28.084,47 pontos Hang Seng (Hong Kong): +1,06%, 28.010,00 pontos Xangai Composto (Xangai): +1,77%, 3.490,38 pontos Kospi (Seul): +1,00%, 3.153,32 pontos Veja a variação no acumulado da semana: Nikkei 225 (Tóquio): -4,34% Hang Seng (Hong Kong): -2,16% Xangai Composto (Xangai): +2,09% Kospi (Seul): -1,37% Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

14/05 EMPRESAS: Rumo registra lucro líquido de R$ 175 milhões no 1T21

Porto Alegre, 14 de maio de 2021 - A Rumo, do conglomerado Cosan, obteve lucro líquido de R$ 175 milhões no primeiro trimestre de 2021, revertendo o prejuízo de R$ 274 milhões registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com a empresa, o resultado foi influenciado pelo crescimento de Ebitda e pelas menores despesas financeiras decorrentes de ganho de MtM com derivativos, em razão do pagamento antecipado das Senior Notes2024. A receita operacional líquida do período foi de R$ 1,746 bilhão, avançando 22,6% frente ao valor obtido no mesmo período do ano anterior, de R$ 1,424 bilhão. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) subiu de R$ 577 milhões para R$ 832 milhões, um aumento de 44,2% Em termos operacionais, o volume total transportado da Rumo aumentou 12,8% entre janeiro e março, para 13,9 bilhões por tonelada por quilômetro útil (TKU), que mede a relação entre a tonelada útil transportada pela distância percorrida. As informações partem da Rumo. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

13/05 AGROPECUÁRIA: Safra recorde e preço favorável garantem VBP elevado em 2021

Porto Alegre, 13 de maio de 2021 - O Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) deste ano deve ser 12,1% superior em termos reais em relação ao de 2020, com base nos dados de abril. O valor estimado é de R$ 1,076 trilhão, enquanto o de 2020 fechou em R$ 960,2 bilhões. As lavouras continuam liderando o indicador, sendo previsto faturamento de R$ 741,2 bilhões e a pecuária, R$ 335,1 bilhões. O crescimento do valor das lavouras é de 16%, e da pecuária, 4,4%. "A falta de chuvas no período de plantio de importantes culturas como, milho, soja e feijão, teve impactos ao prejudicar parcialmente essas lavouras. Esse fato, entretanto, não chegou a alterar o caminho de crescimento da safra. Permanecem, em essência os valores que representam resultado recorde da produção em 2021", explica José Garcia Gasques, coordenador da pesquisa e de Avaliação de Políticas e Informação do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento. A maior parte dos produtos analisados teve crescimento. Entre eles, algodão, com crescimento de 3,7% do VBP; arroz, 4,8%; banana, 2,4%; cacau, 8,3%; cana de açúcar, 1,3%; milho, 22,7%; soja, 31,3%; e trigo, 25,4%, Na pecuária, os melhores resultados são no segmento de carne bovina, com crescimento previsto em 10,3%, e carne de frango, com alta de 2,2%. Os campeões de faturamento em valores absolutos são soja, carne bovina, milho e cana de açúcar. Esse pequeno grupo contribui com 34% do VBP. "Olhando a série de dados nos últimos 32 anos, verifica-se que este ano representa recorde para as seguintes atividades: algodão, soja, arroz, milho, trigo, carne bovina e leite", analisa o coordenador. Gasques destaca diversos fatores responsáveis pelos bons resultados do setor de grãos. "Os mais importantes são estoques baixos, demanda internacional e preços em expansão, e algumas incertezas com relação ao clima de países, como os Estados Unidos". Retrações no VBP foram observadas nas culturas de batata inglesa, café, feijão, mandioca e tomate. Carne suína e ovos também tiveram recuo. VBP por estados Os dados regionais do VBP mostram a seguinte classificação dos estados: Mato Grosso (17,6%), Paraná (13,5%), São Paulo (11,2%), Rio Grande do Sul (10,6%) e Minas Gerais (9,8%). De acordo com Gasques, de janeiro a março deste ano, o agronegócio contribuiu com 42,3% nas exportações totais do país. As informações partem da assessoria de imprensa do Mapa. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

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