A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

27/11 SOJA: Vendas líquidas semanais dos EUA ficam em 768.100 t em 2020/21

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2020/21, com início em 1 de setembro, ficaram em 768.100 toneladas na semana encerrada em 19 de novembro. Foi o menor nível do ano comercial e representa uma queda de 42% sobre a semana anterior e de 47% na mádia em quatro semanas. A China liderou as compras, com 578.700 toneladas. Os analistas esperavam exportações entre 750 mil e 1,4 milhão de toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 MERCADO EUROPA: Ações operam em alta, apesar de dúvidas por vacina

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - Os principais índices do mercado de ações europeu operam em alta, em sua maioria, em uma sessão volátil com dados fracos na eurozona e dúvidas sobre a segurança da vacina da AstraZeneca contra a covid-19. As bolsas na Europa seguem os ganhos na Ásia, depois da dados fortes na China. Os lucros das grandes empresas industriais do país subiram 0,7% no acumulado de janeiro a outubro, tornando-se positivos pela primeira vez em 2020. Por outro lado, a Comissão Europeia mostrou que o sentimento econômico da zona do euro caiu em novembro pela primeira vez em sete meses, quando uma segunda onda de covid-19 atingiu o continente. O índice caiu para 87,6 pontos em novembro, de 91,1 pontos no mês anterior. Além disso, "o otimismo da vacina visto no início da semana diminuiu agora que dúvidas estão crescendo sobre a solidez do ensaio da vacina da AstraZeneca", de acordo com a analista da City index, Fiona Cincotta. Ela destacou que as ações caem em Londres, uma vez que o sistema de camadas passará a valer no Reino Unido quando o bloqueio nacional terminar na próxima semana. "Com cerca de 20 milhões de britânicos passando do bloqueio nacional para o nível 3, a categoria mais difícil, a perspectiva econômica para o Reino Unido permanece particularmente sombria", afirmou. Por fim, os investidores ficaram surpresos com a notícia de que a fusão entre BBVA e Sabadell foi rompida, já que Sabadell não concordou com o preço. Ainda assim, o setor europeu de bancos opera em alta de 0,6%, segundo o índice Stoxx 600. Confira abaixo a variação e a pontuação dos índices europeus por volta de 10h12 (horário de Brasília): FTSE-100 (Londres): -0,48%, 6.332,60 pontos DAX-30 (Frankfurt): +0,26%, 13.320,82 pontos CAC-40 (Paris): +0,52%, 5.595,90 pontos FTSE MIB (Milão): +0,42%, 22.294,37 pontos IBEX-35 (Madri): +0,55%, 8.148,90 pontos SMI-20 (Zurique): -0,19%, 10.505,54 pontos PSI-20 (Lisboa): +0,46%, 4.628,52 pontos Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 CÂMBIO: Volátil, dólar acelera alta em sessão de poucos negócios

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - Após oscilar forte na abertura dos negócios, o dólar comercial opera em alta frente ao real, acima de R$ 5,35, em mais uma sessão de liquidez reduzida com o mercado financeiro dos Estados Unidos trabalhando com horário reduzido após o feriado de ação de graças ontem. Aqui, no penúltimo pregão do mês, investidores seguem atentos ao cenário fiscal. Às 10h15 (de Brasília), a moeda norte-americana operava em alta de 0,65% no mercado à vista, cotada a R$ 5,3720 para venda, após oscilar na mínima de R$ 5,3270 (-0,18%) e máxima de R$ 5,3730 (+0,67%). O contrato para dezembro subia 0,59%, a R$ 5,3700. Lá fora, ainda em ritmo de poucos negócios, o Dollar Index tinha ligeira queda de 0,02%, aos 91,977 pontos. O economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa, destaca o ambiente de baixa liquidez, com o mercado norte-americano operando em horário reduzido (por lá, as bolsas de valores fecharão às 15 horas). "Investidores optam por realizações de lucros, de olho na expansão da covid-19 em várias regiões da Europa e nos Estados Unidos. Além de alimentarem dúvidas quanto ao momento em que se poderá contar com uma vacina definitiva", comenta. Aqui, após os ruídos entre o ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, o presidente Jair olsonaro voltou a chamar o ministro de "Posto Ipiranga", mostrando "algum prestígio" pelo chefe da economia, dizem analistas. O analista da corretora Mirae Asset, Pedro Galdi, acrescenta que "algumas notícias" estão surgindo em Brasília para a retomada da pauta de medidas para recuperação da economia do país, o que pode minimizar as preocupações em relação ao risco fiscal. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 CORONAVIRUS: AstraZeneca irá realizar estudo adicional em vacina

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - A Farmacêutica AstraZeneca informou que considera a realização de um "estudo adicional" para validar os resultados da eficácia de sua vacina contra o coronavírus após revelar ontem que houve mudanças imprevistas de dosagem em seu primeiro teste, disse o CEO da empresa, Pascal Soriot. Segundo ele, os novos testes não devem atrasar a aprovação de órgão reguladores de saúde no Reino Unido e na União Europeia, disse Soriot em entrevista à Bloomberg. "Agora que descobrimos o que parece ser a melhor eficácia, precisamos validá-la, então precisamos fazer um estudo adicional", disse Soriot. O CEO explicou que provavelmente será feito um novo "estudo internacional", embora tenha garantido que "pode que os anteriores, porque os investigadores já sabem que a eficácia da vacina é "elevada" e precisam de "um número reduzido de pacientes". Ele ressaltou ainda que a autorização para iniciar a vacinação em alguns países ainda está prevista para antes do final do ano, embora nos Estados Unidos o processo seja mais longo, já que os ensaios foram realizados fora daquele país. No início da semana, AstraZeneca e Oxford divulgaram os resultados preliminares de seu estudo clínico de fase três, divididos em dois grupos de pacientes. Um grupo recebeu duas doses completas da vacina, com resultado de 62% de eficácia, enquanto o outro recebeu meia dose, seguida de uma dose completa um mês depois, método que demonstrou 90% de eficácia. Oxford, no entanto, admitiu ontem que não estava planejado inicialmente inocular meia dose em nenhum paciente, mas que foi resultado de um erro no processo de fabricação do preparado. Assim que se detectou que a primeira entrega da vacina havia começado a ser inoculada com concentração inferior ao planejado, decidiu-se alterar o protocolo do estudo, de acordo com o "órgão regulador" da saúde, informou a universidade em nota. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 CLIMA: RS deve ter chuvas nos próximos dias

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - Nos próximos dias, o tempo chuvoso deverá predominar em todo o Rio Grande do Sul, com chuvas mais expressivas na Região Central, de acordo com o Boletim Integrado Agrometeorológico n 19/2020 divulgado pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), em parceria com a Emater-RS e Irga. Ontem (26), um sistema de baixa pressão e a chegada de uma frente fria deixaram o chuvoso em todo o RS. Na sexta-feira (27), o sistema frontal avança em direção a Santa Catarina, mas ainda há ocorrência de chuvas trovoadas isoladas na Metade Norte do Estado. No sábado (28) e domingo (29), um sistema de baixa pressão provocará pancadas de chuva e trovoadas isoladas sobre todo o Rio Grande do Sul. Entre a segunda-feira (30) e terça-feira (1), as instabilidades persistem, principalmente no Oeste, Centro e Norte do Estado. Apenas na região Sul haverá redução das chuvas, porém o tempo nublado deverá persistir. Na quarta-feira (2), um sistema ciclônico atuará sobre o Estado ocasionando pancadas de chuva, acompanhadas de rajadas de ventos e descargas atmosféricas no decorrer do dia. Os totais de chuva mais significativos previstos deverão oscilar entre 80 e 120 mm nas Missões, Depressão Central e na Serra do Nordeste. Nas demais regiões do Estado, os valores deverão variar entre 40 e 70 mm. As informações partem da assessoria de comunicação social da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 MERCADO ÁSIA: Ações fecham em alta após dados econômicos fortes na China

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - Os principais índices do mercado de ações asiático fecharam o último pregão da semana em campo positivo, impulsionados por dados econômicos fortes da China, apesar de incertezas sobre vacinas contra covid-19. Os lucros das grandes empresas industriais da China subiram 28,2% em outubro em base anual, uma aceleração após a alta de 10,1% de setembro. No acumulado de janeiro a outubro, os lucros subiram 0,7%, torando-se positivos pela primeira vez em 2020. Assim, a Bolsa de Xangai subiu mais de 1% e liderou os ganhos na região. As esperanças por uma recuperação econômica da pandemia de covid-19 também contribuíram para o sentimento positivo do investidores, com a Bolsa de Tóquio fechando em seu maior nível desde abril de 1991, em alta pelo quarto pregão seguido. Por outro lado, incertezas sobre vacinas contra covid-19 pesaram, com a AstraZeneca considerando a realização de um estudo adicional para validar os resultados da eficácia de sua vacina. "Pesando no risco fora dos portões esta manhã está um toque de incerteza de segurança da vacina, pois há algumas perguntas a serem respondidas após a notícia de que a AstraZeneca provavelmente conduzirá um ensaio global adicional para avaliar a eficácia de sua vacina contra covid-19", disse o analista da Axi, Stephen Innes. Confira abaixo a variação e a pontuação de fechamento dos índices asiáticos: Nikkei 225 (Tóquio): +0,32%, 26.644,71 pontos Hang Seng (Hong Kong): +0,28%, 26.894,68 pontos Xangai Composto (Xangai): +1,14%, 3.408,31 pontos Kospi (Seul): +0,17%, 2.633,45 pontos Veja a variação dos índices no acumulado da semana: Nikkei 225 (Tóquio): +4,38% Hang Seng (Hong Kong): +1,68% Xangai Composto (Xangai): +0,91% Kospi (Seul): +3,13% Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 CAFÉ: Crédito para recuperação de lavouras é uma grande conquista - CNA

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, na quinta (26), a liberação de R$ 150 milhões para a recuperação de cafezais atingidos pela estiagem e chuvas de granizo. A decisão atende a uma demanda encaminhada pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e que já havia sido aprovada pelo Conselho Deliberativo de Política do Café (CDPC). O recurso é uma suplementação da linha prevista no Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para a recuperação de lavouras de café que foram danificadas devido a intempéries climáticas. "É uma grande conquista para o setor produtivo e será fundamental para ajudar os cafeicultores brasileiros que sofreram com a estiagem e as chuvas de granizo", destacou o presidente da Comissão Nacional de Café da CNA, Breno Mesquita. De acordo com Mesquita, o próximo passo da Comissão Nacional de Café da CNA é discutir a disponibilização dos recursos com os agentes financeiros que operam as linhas de financiamento do Funcafé para que os cafeicultores tenha acesso a esse crédito o mais rápido possível. A assessora técnica da Comissão, Raquel Miranda, afirmou que estes recursos permitirão que os produtores realizem o manejo correto de recuperação de suas lavouras sem ficarem descapitalizados. As informações partem da assessoria de comunicação da CNA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

27/11 ECONOMIA: IGP-M sobe 3,28% em novembro - FGV

Porto Alegre, 27 de novembro de 2020 - O Indice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 3,28% em novembro, percentual superior ao apurado em outubro, quando havia apresentado taxa de 3,23%, de acordo com a Fundação Getúlio Vargas. Com este resultado, o índice acumula alta de 21,97% no ano e de 24,52% em 12 meses. Em novembro de 2019, o índice havia subido 0,30% e acumulava alta de 3,97% em 12 meses. "O avanço nos preços de commodities agropecuárias importantes consolidam o IPA como índice a contribuir para o avanço da taxa do IGP. Nesta edição, destacaram-se milho (10,95% para 21,85%), trigo (2,32% para 19,20%) e bovinos (6,92% para 7,40%)", afirma André Braz, Coordenador dos Indices de Preços. O Indice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 4,26% em novembro, ante 4,15% em outubro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais variou 2,74% em novembro. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 2,84%. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo combustíveis para o consumo, cuja taxa passou de 1,81% para -1,85%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 2,48% em novembro, ante 2,37% no mês anterior. A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 3,74% em outubro para 4,07% em novembro. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de -2,79% para 2,37%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 4,29% em novembro, contra 4,65% em outubro. O estágio das Matérias-Primas Brutas subiu 5,60% em novembro, ante 5,55% em outubro. Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: milho em grão (10,95% para 21,85%), café em grão (-8,29% para 2,13%) e algodão em caroço (9,70% para 19,65%). Em sentido oposto, destacam-se os itens minério de ferro (-0,71% para -2,39%), leite in natura (3,29% para -3,80%) e soja em grão (14,96% para 11,91%). O Indice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,72% em novembro, ante 0,77% em outubro. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram recuo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Educação, Leitura e Recreação (3,10% para 1,44%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 34,21% em outubro para 11,70% em novembro. Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (1,90% para 1,61%), Habitação (0,32% para 0,23%) e Despesas Diversas (0,12% para -0,04%). Nestas classes de despesa, vale mencionar os seguintes itens: arroz e feijão (11,41% para 5,22%), tarifa de eletricidade residencial (0,15% para -0,16%) e alimentos para animais domésticos (1,02% para -1,44%). Em contrapartida, os grupos Transportes (0,12% para 0,94%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,04% para 0,16%) e Comunicação (0,08% para 0,09%) registraram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, destacam-se os seguintes itens: gasolina (-0,34% para 1,93%), medicamentos em geral (-0,13% para 0,16%) e combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,01% para 0,19%). Já o grupo Vestuário repetiu a taxa do outubro, que foi de 0,29%. Em sentido ascendente destaca-se o item calçados (0,07% para 0,19%) e em sentido descendente, acessórios do vestuário (0,22% para -0,28%). O Indice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 1,29% em novembro, ante 1,69% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de outubro para novembro: Materiais e Equipamentos (4,12% para 2,85%), Serviços (0,33% para 0,73%) e Mão de Obra (0,19% para 0,24%). As informações partem da FGV. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

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