A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

20/01 SOJA: Seapdr pede ao Mapa ampliação do período de plantio no RS até 28/02

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) encaminhou nesta quarta-feira (19/01) ofício ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), solicitando ao órgão federal que flexibilize o prazo estabelecido na Portaria 394, de 10 setembro de 2021, que definiu o período para semeadura da soja no Rio Grande do Sul entre 13 de setembro de 2021 e 31 de janeiro de 2022, para fins de atendimento ao Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja (PNCFS). A Seapdr propõe que o calendário de plantio seja estendido até 28 de fevereiro de 2022. Assinado pela secretária Silvana Covatti, o ofício afirma que a prorrogação do prazo é imprescindível, ao lembrar que a soja é a principal pauta da exportação no Rio Grande do Sul e tem grande relevância socioeconômica ao Estado. Na safra 2021/2022, a previsão inicial era de implantação de 6,3 milhões de hectares com o grão no meio rural gaúcho. O diretor de Defesa Vegetal da Secretaria da Agricultura, Ricardo Felicetti, explica que, em função da estiagem enfrentada no Estado e da situação de perda de diversas lavouras de soja, há tendência de haver necessidade de replantio de algumas áreas após a data-limite de semeadura, de 31 de janeiro, período em que os prognósticos climáticos indicam possibilidade de operação. "Há também situações de produtores que não conseguiram semear suas lavouras pela falta de chuva, os quais viriam a realizar o cultivo em situações de adequabilidade hídrica, que possivelmente ocorrerá no Estado somente a partir de fevereiro", acrescenta Felicetti. O diretor pontua que o plantio de soja nessas condições insere-se fora das condições preferenciais de cultivo. Contudo, afirma que, frente às perdas ocasionadas pela estiagem, a medida justifica-se técnica e economicamente. Nas reuniões em que manteve com o Mapa neste ano, a secretária Silvana também havia reivindicado o alongamento do período de Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) da cultura da soja para fins de enquadramento dos produtores no Proagro e seguro rural. Sobre este pleito, o Mapa já acenou com a não possibilidade de alteração da data, a qual se findou em 31 de dezembro. As informações partem da assessoria de comunicação social da Seapdr. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 ECONOMIA:Perda na produção por covid deve atingir US$ 12,5 tri até 2024-FMI

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - A economia mundial perderá US$ 12,5 trilhões em produção até 2024 devido à pandemia, disse a diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional na quinta-feira. As informações são da agência de notícias "Sputnik". "A economia mundial entre agora e 2024 está perdendo US$ 12,5 trilhões em produção por causa do Covid", disse a diretora Kristalina Georgieva. "E vamos atualizar este número revisando-o para cima por causa da Ômicron." A economia global deverá crescer apenas 4% em 2022 e 3,5% no ano seguinte, após uma forte recuperação em 2021, um novo relatório da Situação Econômica Mundial e Perspectivas (WESP, da sigla em inglês) de 2022 das Nações Unidas revelou na semana passada. As novas ondas de infecções por Covid-19, desafios persistentes no mercado de trabalho, interrupções na cadeia de suprimentos e inflação crescente afetam a recuperação econômica global, disse o relatório. À luz das conclusões do relatório, o secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, disse que a comunidade global precisa desenvolver medidas direcionadas e coordenadas para fechar as lacunas de desigualdade entre as nações. As informações partem da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 BIODIESEL: Associações criticam decisão de manter mistura em 10% em 2022

Porto Alegre, de janeiro de 2022 - As Associações do setor de biodiesel divulgaram nota reforçando que a decisão de manter mistura abaixo da prevista no cronograma oficial do CNPE impacta diretamente a economia, o meio ambiente e a saúde pública. Segue abaixo a nota completa: Diferente do publicado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) em 17/01, a decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) de manter o teor de biodiesel no diesel fóssil em 10% ao longo de 2022 é um equívoco, em todos os aspectos. A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE), a Associação dos Produtores de Biocombustíveis do Brasil (APROBIO) e a União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (UBRABIO) refutam informações divulgadas sem a devida clareza e entendimento dos fatos, desconectadas do contexto econômico mundial e nacional, que criam confusão para sustentar uma narrativa cuja consequência é o desmanche do setor e contradizem compromissos assumidos pelo próprio governo. Destacando: 1. A afirmação de que o consumidor brasileiro economizará R$ 9,15 bi ao longo do ano com esta decisão não nos parece correta, e o cálculo citado pelo MME não explicou o que levou em consideração. O aumento estimado no custo do diesel B (diesel fóssil com adição de biodiesel) em cerca de 25% está superestimado. Deve-se usar como referência o custo do diesel A importado e não o diesel das refinarias nacionais, que hoje está abaixo da paridade de importação. Neste caso a diferença reduziria significativamente. O biodiesel não utilizado na mistura terá de ser substituído por diesel importado, cujo preço internacional entre dezembro de 2020 e dezembro de 2021 aumentou 77,4% em dólar, pois as refinarias brasileiras não têm capacidade de atender à demanda. Ou seja, a argumentação não se sustenta; 2. Quanto à fonte dos dados de preços do diesel e do biodiesel utilizados neste cálculo, a nota do MME utilizou dados de uma consultoria privada em detrimento dos dados coletados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), sem justificar o motivo para essa escolha. O levantamento oficial demanda um grande esforço da ANP, que utiliza um sistema preciso de aferição dos preços dos combustíveis informados regularmente por todos os produtores e importadores operando em território nacional; 3. Ainda segundo a ANP, de dezembro de 2020 a dezembro de 2021, o aumento do diesel A foi de 57,12%, enquanto o biodiesel B100 (sustentável) teve uma variação de 6,38%, inferior à inflação do período; 4. A nota estranhamente cita o diesel verde, produto que atualmente possui um custo 50% superior ao biodiesel e não tem produção local. Ainda mais questionável é colocá-lo como alternativa ao biodiesel, quando deveria entrar como aumento da substituição do fóssil. Para um programa básico de combustível do futuro, os dois biocombustíveis devem ser considerados de forma integrada; 5. Tomar a política de biocombustíveis praticada na Argentina e Uruguai como referência de análise é um mau sinal para um país que é modelo para o mundo nesse quesito. Melhor usar como parâmetro outras nações que anunciaram mandatos maiores de biodiesel no setor de transportes, caso da Nova Zelândia e da Malásia, que pretende implementar totalmente o B20 até o final deste ano. Não restam dúvidas de que a utilização do biodiesel é o caminho mais rápido e eficiente para a descarbonização da matriz ciclo diesel; 6. A manutenção da mistura de biodiesel em 10% também traz impactos negativos para o agronegócio brasileiro. Os dados de esmagamento de soja vêm apontando queda acumulada em relação ao registrado em 2020, mesmo com uma safra maior. A redução da mistura em 2021 e a menor produção de farelo foram fatores que seguramente fizeram parte da composição da inflação recente de alimentos. O que a nota não diz Embora cite externalidades positivas do biodiesel para o país como a geração de emprego verde e renda para a agricultura familiar - algo que se perde com a utilização do diesel importado -, não destaca a importância da melhora sensível na qualidade do ar, já que o biodiesel reduz em até 80% as emissões de CO saúde pública diminuindo o volume de internações causadas por problemas respiratórios associados à poluição do ar. Segundo estudos realizados, se consideradas só as seis maiores regiões metropolitanas, estima-se que a redução em 2022 de B13/B14 para B10 deixa de evitar 464 mortes, mais de uma morte por dia. Parece que não há valor nas vidas que poderiam ser preservadas. A cadeia produtiva do biodiesel propiciou, nos últimos 15 anos, investimentos superiores a R$ 10 bilhões com um parque industrial de 54 usinas de produção. Outras 11 unidades estão em construção e mais 4 plantas em processo de ampliação para produção de energia limpa. Com a redução da mistura, o país registra elevadas perdas com arrecadação tributária para Municípios, Estados e União. A única previsibilidade encontrada até aqui é que o setor não pode confiar no programa como uma Política de Estado. A produção nacional de biodiesel é uma resposta brasileira às exigências da nova economia global que considera, além dos investimentos financeiros e dos lucros diretos de cada segmento, as outras vantagens comparativas que este biocombustível oferece. O comunicado simplesmente coloca por terra os compromissos assumidos pelo próprio governo durante a COP 26. Com essa direção adotada à base de diesel fóssil, não vamos cumprir as metas anunciadas e isso não parece ser um problema para o MME. Por tudo que foi citado, o setor do biodiesel confirma seu comprometimento com o Brasil e, principalmente, com os brasileiros, lembrando que o biodiesel é o melhor caminho para abastecer com sustentabilidade o nosso país. As informações são da Agência CMA. Revisão: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 MERCADO EUROPA: Ações fecham mistas após dados de inflação da Europa

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - Os principais índices do mercado de ações europeu fecharam mistos, revertendo ganhos da abertura dos negócios, à medida que a inflação volta a preocupar e amplia chances de aperto monetário na região. Mais cedo, a Alemanha divulgou que sua taxa anual de inflação ao produtor (PPI) atingiu o nível recorde de 24,2% em dezembro de 2021. A taxa anual de inflação ao consumidor (CPI, pela sigla em inglês) da zona do euro atingiu a máxima histórica de 5% em dezembro, acelerando levemente em relação à alta de 4,9% observada em novembro, segundo dados finais divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. Além disso, os investidores reagiram à divulgação da ata do Banco Central Europeu (BCE) hoje. Os dirigentes do banco consideram que um nível "substancial" de acomodação monetária ainda é necessário para estabilizar a inflação da zona do euro na meta de 2% no longo prazo. "Com o preço do petróleo e do gás tão alto e os consumidores sob pressão, a ameaça de preços ainda mais altos fará grandes barulhos nos ouvidos dos investidores", disse Danni Hewson, analista financeiro da AJ Bell. Confira abaixo a variação e a pontuação dos índices europeus no fechamento: FTSE-100 (Londres): -0,06%, 7.585,01 pontos DAX-30 (Frankfurt): +0,68%, 15.901,98 pontos CAC-40 (Paris): -0,56%, 7.158,57 pontos FTSE MIB (Milão): +0,73%, 27.570,0 pontos IBEX-35 (Madri): +0,36%, 8.809,10 pontos SMI-20 (Zurique): +0,29%, 12.561,80 pontos PSI-20 (Lisboa): +0,06%, 5.663,94 pontos Com informações da Agência CMA Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 PETRÓLEO: Futuros aceleram altas após estoques dos EUA

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - Os preços dos contratos futuros de petróleo revertem as perdas da manhã e voltam a operar em alta, numa semana em que a commodity atinge seu valor mais alto desde 2014. Os investidores ainda estão receosos pela alta demanda em contrapartida com as interrupções na oferta de petróleo. A commodity continua subindo após um surpreendente relatório semanal do Departamento de Energia dos Estados Unidos que mostrou um pequeno aumento nos estoques de petróleo no país e uma fraca demanda por combustíveis. Os estoques de petróleo dos Estados Unidos subiram em 515 mil barris, ou 0,1%, na semana encerrada em 14 de janeiro, para 413,8 milhões de barris. Analistas previam queda de 800 mil barris. Já os estoques de gasolina aumentaram em 5,9 milhões de barris, ou 2,4%, para 246,6 milhões de barris. Os estoques de outros derivados caíram em 1,4 milhão de barris, ou 1,1%, para 128 milhões de barris. As preocupações com o abastecimento aumentaram esta semana depois que um incêndio interrompeu temporariamente os fluxos de um oleoduto que vai do Kirkuk iraquiano até o porto turco de Ceyhan na última terça-feira. Um ataque da etnia Houthi do Iêmen aos Emirados Árabes Unidos, terceiro maior produtor da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), aumentou os riscos geopolíticos. O mercado também é apoiado pela escassez de oferta da Opep+, composto pela Opep mais seus aliados liderados pela Rússia. A Agência Internacional de Energia (AIE) disse ontem que o grupo produziu cerca de 800.000 barris por dia (bpd), abaixo de suas metas de produção em dezembro. "A Opep e a AIE têm apontado para a resiliência da demanda desde o surgimento da variante Ômicron nas últimas semanas e a incapacidade do cartel e seus aliados de atingir suas metas de produção, ou mesmo chegar perto, o que leva à subida dos preços da maneira que temos visto", explicam analistas da Oanda. Por volta de 13h36 (de Brasília), o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para fevereiro subia 0,79%, cotado a US$ 87,65 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para março subia 0,70%, cotado a US$ 89,06 o barril. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 AGRICULTURA:RS divulga análises de deriva por herbicidas hormonais em 21/22

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - A Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr) recebeu, esta semana, resultados preliminares de 101 amostras coletadas durante esta safra 2021/2022 para análise de presença de 2,4-D em culturas sensíveis. As análises apontaram a presença de herbicidas hormonais em 88% das amostras. O Laboratório de Análises de Resíduos de Pesticidas (LARP) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) ainda deverá entregar à Secretaria laudos referentes a outras 19 coletas. Na safra de 2019/2020, foram 85% de contaminações identificadas em 176 coletas. Em 2020/2021, 70% das 204 análises deram positivo para a presença de herbicidas hormonais. Quanto à concentração do Ingrediente Ativo hormonal nas amostras, estas variaram de identificação, no limiar detectável (traços) até a concentração de 40,33 mg/kg. As ocorrências de derivas recebidas pelo canal oficial da Seapdr são encaminhadas às equipes regionais de fiscais estaduais agropecuários engenheiros agrônomos, que realizam o procedimento fiscal de averiguação das condições de aplicação e possíveis origens da deriva. As coletas para identificação do Ingrediente Ativo são encaminhadas ao LARP da federal de Santa Maria, para análise. Durante as ações de atendimento dessas ocorrências, os fiscais da Seapdr observaram que a maioria é ocasionada por deficiência ou má regulagem do equipamento de aplicação, bem como a inobservância às condições climáticas no momento de efetuar o tratamento fitossanitário. "Pequenos detalhes, como o tipo de ponta recomendada na aplicação de agrotóxicos hormonais, pressão de serviço do pulverizador e velocidade do vento no local podem fazer toda a diferença em causar ou não a deriva. Isto causa prejuízos às culturas que não são o alvo do herbicida e também para o agricultor que aplica, pois tem prejuízo pela perda do produto, sanções fiscais e ações indenizatórias", avalia o diretor do departamento de Defesa Vegetal da Seapdr, Ricardo Felicetti. O uso de herbicidas hormonais é permitido e sua utilização se dá, principalmente, durante o pré-plantio de diversas culturas, para controle de plantas infestantes de folha larga. "Seu uso dentro das recomendações técnicas de aplicação é seguro, mas, quando usado sem preparo técnico ou displicentemente, pode gerar deriva do produto e causar grandes prejuízos às culturas atingidas. Especialmente as de grande investimento de implantação, como maçã, videira e oliveira, importantes culturas na diversificação da produção gaúcha e que geram trabalho e renda para milhares de pessoas", conclui Felicetti. Cerca de 420 municípios do Rio Grande do Sul cultivam a soja, totalizando 6,11 milhões de hectares na safra 2020/21. Com informações da assessoria de comunicação social da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 AGRONEGÓCIO: Comércio do Brasil com árabes tem melhor ano desde 2013

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - As exportações brasileiras para a Liga Árabe somaram em 2021 US$ 14,42 bilhões, alta de 26,15% sobre o ano anterior e o melhor resultado dos últimos oito anos, segundo dados compilados pela Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Entre os produtos do agro, dominantes na pauta com o bloco depois do minério de ferro, as vendas subiram 9,52%, para US$ 8,92 bilhões, com destaque para o açúcar (US$ 2,75 bilhões, -3,64%), frango (US$ 2,42 bilhões, +21,59%), milho (US$ 1,04 bilhão, -5,99%), carne bovina (US$ 920,60 milhões, -4,93%) e soja (US$ 638,13 milhões, +97,49%). Para o secretário-geral da Câmara Árabe, Tamer Mansour, a alta nas vendas se deve à retomada econômica precoce dos países da Liga Árabe, principalmente os do Golfo, que, além de grandes compradores de produtos brasileiros, estão entre os primeiros a iniciar a vacinação em massa, implementar medidas sanitárias rígidas e assegurar assistência de saúde à população. "Esse sistema [de saúde árabe], que conseguiu cuidar do ser humano, possibilitou essa retomada", avalia Mansour. "Enquanto estávamos discutindo as questões da vacinação, a falta de leitos, os árabes estavam organizando sua terceira corrida de Fórmula 1 [GP de Jeddah]. Não é à toa que o primeiro produto da pauta foi o minério de ferro, sinal de que as indústrias locais de construção, de base e de reexportação tiveram um boom", diz. "Não tenho dúvida que a retomada econômica dos árabes foi muito maior do que nos países desenvolvidos da Europa e da América do Norte", sintetiza Mansour. O executivo destaca que o aumento da demanda árabe por alimentos teve impulso importante da Expo 2020, a exposição mundial iniciada em outubro no emirado de Dubai. Mansour afirma que o evento de seis meses, além de incentivar a formação de estoques de alimentos destinados a turistas e à população local, também estimulou a ida de missões empresariais ao emirado, que resultaram em negócios com toda a Liga Árabe. Para o secretário-geral da Câmara Árabe, a Expo 2020 contribuiu ainda no aumento das vendas de frango para os mercados árabes, num momento em que o maior comprador do produto brasileiro na região, a Arábia Saudita, segue dando prioridade e ampliando a produção avícola local no objetivo de diminuir a dependência do alimento importado. De acordo com os dados da Câmara Árabe, em 2021, os Emirados Árabes adquiriram do Brasil US$ 692,24 milhões em frango, alta de 63,34% sobre o ano anterior, resultado que coloca o país na posição de maior mercado para o frango brasileiro no bloco de 22 países do Oriente Médio e do norte da África. Além disso, o frango brasileiro encontrou mais espaço no Iêmen (US$ 171,77 milhões, +27,05%) e na Líbia (US$ 142,52 milhões, +90,44%), que se tornaram respectivamente o terceiro e o quinto destino para o produto na região. "Em relação à Líbia, houve um aumento por conta da abertura de portos e acredito que o país vai estar em crescimento nos próximos anos", sinaliza Mansour. As informações partem da assessoria de impresa da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

20/01 CARNES: Receita com embarques de ovos férteis cresce 53,3% em 2021 - ABPA

Porto Alegre, 20 de janeiro de 2022 - A receita das exportações de material genético e ovos férteis do Brasil cresceram 26,7% em 2021, informa a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Ao todo, foram efetuadas vendas que geraram receitas totais de US$ 147,7 milhões no ano passado, contra US$ 116,5 milhões em 2020. Em ovos férteis, os embarques totais do ano chegaram a 14,518 toneladas, volume 60,9% maior que o efetivado em 2020, com 9.024 toneladas. Em receita, o acréscimo foi de 53,3%, com US$ 59,319 milhões em 2021, contra US$ 38,691 milhões no ano anterior. De materiais genéticos, foram exportados, ao todo, 1.173 toneladas, número 4,6% menor em relação ao mesmo período de 2020, quando foram embarcadas 1.230 toneladas. Já a receita das exportações do segmento alcançou US$ 88,441 milhões ao longo de 2021, resultado 13,5% ao realizado no ano anterior, com US$ 77,904 milhões. "O Brasil se consolidou como plataforma de exportação de genética de ponta, alta qualidade de produtos e status sanitário ímpar, livre de enfermidades que acometem outros grandes produtores, como Influenza Aviária. O país conta com grandes empresas que vem expandindo fronteiras e contam com estratégia internacional pautada por iniciativas como a Brazilian Breeders, marca internacional do setor. A expectativa é que o bom desempenho visto em 2021 se repita ao longo deste ano", avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin. Com informações da assessoria de imprensa da ABPA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

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