A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

23/06 EMPRESAS: Ações da JBS sobem após acordo argentino sobre embarques bovinos

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - As ações da JBS abriram o dia em alta hoje após a empresa fechar um acordo com o governo da Argentina, que decidiu flexibilizar a proibição às exportações de carne bovina no mês passado, segundo reportagem do site de notícias "Bloomberg". O acordo, segundo a "Bloomberg", permite que a empresa exporte até metade dos níveis do ano passado de alguns cortes de carne bovina. A medida é válida até o mês de agosto. Às 10h48 (horário de Brasília) as ações da JBS (JBSS3) subiam 2,37%, a R$ 28,94. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 PETROLEO: Futuros sobem 1%; Brent supera US$ 75 pela 1a vez em dois anos

São Paulo, 23 de junho de 2021 - Os preços dos contratos futuros de petróleo aceleraram aos ganhos e sobem mais de 1%, com o Brent superando os US$ 75 o barril pela primeira vez desde outubro de 2015, diante da expectativa de queda nos estoques norte-americanos da commodity. Os estoques de petróleo nos Estados Unidos caíram em 7,2 milhões de barris na semana encerrada em 18 de junho, segundo dados do American Petroleum Institute (API) - grupo que reúne as refinarias do país. Os números oficiais serão divulgados hoje às 11h30 (de Brasília). Os preços do petróleo têm avançado apoiados por cortes de oferta liderados pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e como o afrouxamento das restrições ao novo coronavírus, o que aumenta a demanda pela commodity. A demanda continua a superar a oferta", segundo analista da Oanda, Sophie Griffiths. "Graças aos programas de vacinação bem-sucedidos, as economias estão reabrindo e a demanda por combustível está aumentando. A forte demanda está drenando os estoques, impulsionando os preços do petróleo para novos máximos de vários anos". Por volta de 10h23 (de Brasília) preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para agosto subia 1,31%, cotado a US$ 73,81 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para o mesmo mês avançava 1,21%, cotado a US$ 75,72 o barril. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 AGROPECUÁRIA: PIB do setor para 2021 é revisto de 2,2% para 2,6% pelo Ipea

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para cima a nova projeção do valor adicionado do setor agropecuário para 2021. Os dados, divulgados nesta quarta-feira (23), mostram que os pesquisadores revisaram de 2,2% para 2,6% a previsão de crescimento do PIB do setor para este ano, na comparação com 2020, com crescimento de 2,7% para a produção vegetal e 2,5% para a produção animal. O que motivou a revisão para cima foi a melhora no resultado esperado de itens importantes tanto na produção vegetal como animal no ano. Os principais riscos dessa projeção de crescimento estão relacionados à crise hídrica, que pode prejudicar mais do que o previsto a produção vegetal, e ao segmento da pecuária de bovinos, que ainda tem incertezas relativas à oferta e à demanda. Na produção vegetal, para o qual se projeta crescimento de 2,7% no ano, a queda esperada da produção de importantes culturas, como o café (-21,0%), algodão (-19,7%), milho (-3,9%) e cana de açúcar (-3,1%), não é suficiente para comprometer o bom desempenho geral da agricultura sustentada nas altas da produção de soja (9,4%), do arroz (2,8%) e do trigo (27,9%). Na produção animal, para a qual se espera alta de 2,5% no ano, há projeção de crescimento da produção de todos os segmentos: bovinos (0,9%), suínos (6,8%), aves (6,5%), leite (3,2%) e ovos (2,3%). Apesar de positivo, o desempenho da carne bovina ficou aquém do esperado, porém compensado pela forte alta de suínos e aves. "A produção de suínos e frangos foi impulsionada pelo aumento do consumo em substituição ao da carne bovina, que permanece com preço elevado e oferta limitada de animais para abate", explicou Pedro Garcia, um dos autores do estudo e pesquisador associado do Ipea. O levantamento trata ainda dos principais riscos relacionados ao setor. No caso da produção vegetal, a ocorrência de choques climáticos adversos no Centro-Sul e a possibilidade de adoção de medidas restritivas ao uso da água para a lavoura - em função da necessidade de poupar o recurso para a geração de energia hidroelétrica - pode afetar negativamente as estimativas para alguns produtos. No que diz respeito à produção animal, o risco continua sendo uma possível frustração na projeção de crescimento da produção de bovinos, que pode ser impactada por uma recuperação na oferta de animais mais lenta do que o projetado. O levantamento foi realizado com base nas estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), e em projeções próprias para a pecuária a partir de dados das Pesquisas Trimestrais do Abate, Produção de Ovos de Galinha e Leite. As informações partem da assessoria de imprensa do Ipea. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 MERCADO EUROPA: Ações operam em queda com temor por aceleração de inflação

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - Os principais índices do mercado de ações europeu operam em queda, com preocupações com a aceleração na inflação ofuscando os dados fortes sobre a atividade industrial e de serviços da zona do euro em junho. O índice dos gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto, que mede a atividade dos setores industrial e de serviços da eurozona, subiu para 59,2 pontos em junho, maior nível em 15 anos, de 57,1 pontos em maio. "O fortalecimento adicional do PMI composto da zona do euro para uma alta de 15 anos em junho mostra que a economia está se recuperando rapidamente. Paralelamente a essa recuperação, as pressões sobre os preços continuam crescendo", disse o economista da Capital Economis, Jack Allen-Reynolds, ainda que, para ele, essas pressões sejam temporárias. Além disso, os investidores seguiram cautelosos mesmo após os comentários considerados tranquilizadores do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, ontem em depoimento ao Congresso norte-americano. Powell reafirmou a intenção do Fed de incentivar uma recuperação "ampla e inclusiva" do mercado de trabalho e de não aumentar as taxas de juros muito rapidamente com base apenas no medo da inflação que se aproxima. Entre os setores europeus, o de fabricantes de bens de luxo opera em queda, devido ao rebaixamento de classificações pelo HSBC, levando a Bolsa de Paris para baixo. As ações da Kering caem 2,86% na bolsa francesa, e as da Hermes operam em queda de 1,55%. Confira abaixo a variação e a pontuação dos índices europeus às 9h24 horário de Brasília): FTSE-100 (Londres): +0,43%, 7.120,78 pontos DAX-30 (Frankfurt): -0,39%, 15.587,24 pontos CAC-40 (Paris): -0,33%, 6.589,7 pontos FTSE MIB (Milão): -0,32%, 25.233,6 pontos IBEX-35 (Madri): -0,39%, 9.017,60 pontos SMI-20 (Zurique): estável 11.982,81 pontos PSI-20 (Lisboa): -0,19%, 5.065,63 pontos Com informações da Agência CMA Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 CÂMBIO: Dólar opera em baixa, abaixo de R$ 4,95, atento ao exterior e BCs

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - O dólar comercial opera em queda frente ao real desde a abertura dos negócios, chegando a visitar o nível de R$ 4,93, acompanhando o exterior, onde as moedas de países emergentes operam com viés mais positivo com investidores à espera de indicadores nos Estados Unidos e ainda, precificando um tom "pacificador" do presidente do Banco Central do país. Aqui, as sinalizações de que o Banco Central (BC) poderá elevar a taxa básica de juros (Selic) acima do esperado ainda reverbera e sustenta a moeda doméstica nos menores níveis em um ano. Às 10h06 (de Brasília), a moeda norte-americana operava em queda de 0,36% no mercado à vista, cotada a R$ 4,9480 para venda, enquanto o contrato futuro com vencimento em julho caía 0,19%, a R$ 4,9515. Lá fora, o Dollar Index tinha queda de 0,12%, ao redor dos 91,643 pontos. Após encerrar abaixo de R$ 5,00 pela primeira vez em um ano, a moeda local segue firme abaixo deste nível reagindo à ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que aumentou a percepção por parte do mercado de que o Banco Central (BC) tenha de elevar a taxa Selic neste ano, além do patamar neutro, para recolocar as expectativas de inflação na meta para 2022, avalia a equipe econômica da XP. "As perspectivas melhores de crescimento, os menores riscos fiscais de curto prazo e a linguagem 'hawkish' [dura] do Banco Central têm pavimentado o caminho para uma moeda [local] mais forte", reforçam os analistas da XP. Ainda sobre o documento da autoridade monetária, o economista-chefe da Infinity Asset, Jason Vieira, diz que, mesmo que a mensagem do BC tenha sido nítida, analistas foram "bastante imaginativos" ao proclamar que o próximo movimento do Copom deva ser, de fato, a elevação de 1,00 ponto percentual (pp) da Selic, quando o comunicado colocou isso como uma possibilidade condicionada à uma série de eventos relacionados à inflação. Lá fora, investidores ainda precificam o tom ainda "mais acomodatício" por parte do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, que reafirmou ontem uma postura "dovish" (suave) ao reiterar o cenário de inflação transitória nos Estados Unidos durante depoimento na Câmara dos Deputados. "Ele acabou reduzindo as preocupações do mercado de que o início da normalização da política monetária por lá poderia acontecer no curto prazo", observa a equipe econômica do Bradesco, acrescentando que o mercado aguarda os números preliminares de junho dos índices dos gerentes de compras (PMIs, na sigla em inglês) da atividade industrial e de serviços norte-americanos. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 MERCADO ÁSIA: Ações fecham em alta predominante após fala de Powell

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - Os principais índices do mercado de ações asiático fecharam em alta, com avanço de quase 2% em Hong Kong, após os comentários do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, acalmarem os mercados. Powell disse ontem, em depoimento ao Congresso norte-americano, que o Fed não vai aumentar a taxa básica de juros dos Estados Unidos muito cedo, diminuindo os temores de qualquer obstáculo ao ritmo da recuperação econômica após a crise provocada pela pandemia de covid-19. Ele reafirmou a intenção do Fed de incentivar uma recuperação "ampla e inclusiva" do mercado de trabalho e de não aumentar as taxas de juros muito rapidamente com base apenas no medo da inflação que se aproxima. "Não vamos subir os juros porque um dado mostrou que a taxa de desemprego está caindo ou porque a inflação dá sinais de aceleração por conta da reabertura", afirmou. "Os investidores se confortaram com a última rodada de comentários pacíficos de autoridades do Fed", de acordo com os economistas do ING Prakash Sakpal e Nicholas Mapa. "Powell, Williams, Mester e Daly garantiram aos participantes do mercado que os aumentos das taxas ainda não estavam no horizonte, enquanto alguns destacaram a necessidade de mais sinais de recuperação na frente de empregos antes de reverter a postura do Fed", afirmaram eles. Confira abaixo a variação e a pontuação de fechamento dos índices asiáticos: Nikkei 225 (Tóquio): -0,03%, 28.874,89 pontos Hang Seng (Hong Kong): +1,96%, 28.809,00 pontos Xangai Composto (Xangai): +0,25%, 3.566,22 pontos Kospi (Seul): +0,38%, 3.276,19 pontos Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 SAFRAS & Mercado: 45 anos de contribuição ao agro. A palavra do fundador

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - SAFRAS & Mercado nasceu em 1976 por conta de uma carência de informações, sobretudo estatísticas, sobre um fenômeno então muito recente que vinha acontecendo no agro do Rio Grande do Sul: a explosão do interesse pelo plantio de soja. Como jornalista, repórter no jornal Zero Hora de Porto Alegre, eu já vinha acompanhando com atenção esse interesse, iniciado a partir da explosão dos preços da soja em 1973 quando os Estados Unidos, então os únicos grandes produtores e exportadores e que já vinham adotando posições protecionistas por razões geopolíticas em seu confronto com a União Soviética no auge da Guerra Fria, suspenderam suas exportações de soja por conta de problemas climáticos que vinham afetando sua safra de grãos. Os produtores do Rio Grande do Sul, então o único e incipiente produtor importante de soja no Brasil, passaram a investir pesadamente no aumento dos seus plantios para aproveitar os bons preços do grão no mercado internacional. Desde então, como não encontrava dados estatísticos oficiais sobre plantio e produção para a confecção de minhas matérias jornalísticas para o jornal, passei eu mesmo a coletar dados obtidos diretamente de fontes próprias, entre as quais as cooperativas agrícolas gaúchas. Juntei a isso dados sobre preços e exportações junto a minhas fontes nas corretoras gaúchas que vinham atuando nesse mercado e com isto acabei montando meu próprio banco de dados sobre soja, desde logo o mais completo do país sobre o setor. O resultado foi juntar tudo isso numa publicação, uma Newsletter, que denominei de SAFRAS & Mercado, lançada a partir de junho de 1976, primeiro veículo privado de informações sobre produção, mercado e acompanhamento de preços sobre a então emergente nova realidade do agro brasileiro, a soja. E com uma inovação, inédita para a época: ousei fazer também previsões para safras futuras, com base em pesquisas próprias sobre intenções de plantio dos produtores. Foi o pulo de gato. O resto é história. Uma bela história. SAFRAS está completando 45 anos. E a soja nesse período se transformou no que é hoje nada menos que o principal produto do vitorioso agronegócio brasileiro e que tornou o Brasil o maior produtor e exportador mundial. Silmar César Müller, jornalista, empreendedor, fundador e primeiro diretor-presidente de SAFRAS & Mercado Copyright 2021 - Grupo CMA

23/06 SOJA: Ferrugem asiática é debatida pela Câmara da SEAPDR

Porto Alegre, 23 de junho de 2021 - A Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Soja da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR) realizou reunião online nesta terça-feira (22). Foi debatida a Portaria n 306/2021, que Institui o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja - Phakopsora pachyrhizi (PNCFS) no âmbito do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. O objetivo do Programa é fortalecer o sistema de produção agrícola da soja, congregando ações estratégicas de defesa sanitária vegetal, com suporte da pesquisa agrícola e da assistência técnica na prevenção e controle da praga. Segundo o coordenador da Câmara Setorial, Nereo Starlick, que é agricultor, empresário cerealista e produtor de sementes de soja e trigo em Tapera (RS), a ferrugem asiática é considerada a principal doença do cultivo da soja no Brasil, principalmente pela sua agressividade, favorecida pelo clima nas diversas regiões onde a oleaginosa é cultivada, e por conseguir se propagar facilmente pelo vento. Starlick explicou que, considerando a gravidade da doença, diversos estados adotaram o vazio sanitário, período sem plantas de soja no campo, como uma estratégia para reduzir a quantidade de inóculo na entressafra, retardando o aparecimento da doença durante a safra de verão. A doença é causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, sendo, hoje, uma das doenças que mais têm preocupado os produtores de soja. O seu principal dano é a desfolha precoce, impedindo a completa formação dos grãos, com consequente redução da produtividade. "Acredito que esta portaria, que irá definir o vazio sanitário e o calendário de semeadura, venha para diminuir a incidência da ferrugem asiática da soja no Brasil, com a redução de plantas hospedeiras. Porém, precisamos lembrar que nosso país é muito grande e, além disso, temos os países vizinhos que precisam estar engajados neste sentido, pois sabemos que os esporos da ferrugem vêm com as correntes de ar que passam também por esses países e chegam ao nosso Estado", destacou Starlick. Conforme o artigo 6 da Portaria, fica instituída a estratégia de vazio sanitário como uma das medidas fitossanitárias para o controle da praga Phakopsora pachyrhizi . O Mapa deverá estabelecer anualmente, em ato normativo próprio, os períodos de vazio sanitário em nível nacional, com pelo menos 90 dias sem a cultura e plantas voluntárias no campo, incluindo a semeadura. O artigo 7 da Portaria institui o calendário de semeadura de soja como medida fitossanitária complementar para racionalização do número de aplicações de fungicida e redução dos riscos de desenvolvimento de resistência do fungo Phakopsora pachyrhizi às moléculas químicas utilizadas como fungicidas para o controle da Ferrugem Asiática da Soja. Calendário de semeadura é o período único, de até 110 dias consecutivos, para as datas de início e término de semeadura da soja. O Mapa deverá estabelecer, em ato normativo próprio, os calendários de semeadura de soja em nível nacional. Encaminhamento Após a manifestação de representantes de várias entidades do setor produtivo do Rio Grande do Sul, ficou acertado que a data do vazio sanitário para a safra 2022/2023 no Rio Grande do Sul será de 13 de julho a 10 de outubro. E a data da semeadura será de 11 de outubro a 28 de janeiro para a safra 2021/2022. A proposta será encaminhada ao Mapa até 31 de julho pela Câmara Setorial da Cadeia Produtiva da Soja. De acordo com o chefe da Divisão de Defesa Sanitária Vegetal da SEAPDR, Ricardo Felicetti, que apresentou propostas para o vazio sanitário e o calendário de plantio para a cultura da soja no Rio Grande do Sul durante a reunião, a proposta a ser encaminhada ao Mapa visa equilibrar a exigência fitossanitária para a cultura com a viabilidade econômica da soja e demais grãos cultivados sob influência do calendário de plantio praticado pelos sojicultores no Rio Grande do Sul. "Objetiva-se com isso a manutenção dos ingredientes ativos para controle do fungo, com a estratégia do vazio e calendário de plantio como medida de manejo, e a otimização da prática do cultivo de grãos no Estado associada a essas medidas de controle". Com informações da assessoria de imprensa da SEAPDR. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

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