A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

15/08 AGROPECUÁRIA: VBP estimado para 2022 chega a R$ 1,220 trilhão

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 O Valor Bruto da Produção (VBP) estimado para este ano é de R$ 1,220 trilhão, 0,3% acima do obtido em 2021, que foi de R$ 1,217 trilhão. O dado tem como base as projeções de safras divulgadas pela Conab e pelo IBGE em agosto, e que apontam para conclusão da colheita das principais lavouras. De acordo com análise da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e a pecuária, contração de 5,5%. "O decréscimo do faturamento da soja devido à queda de produção e a retração das principais atividades da pecuária são os principais fatores afetando negativamente o VBP deste ano. Somadas, as reduções de faturamento da soja e da pecuária resultam em um decréscimo de R$ 64 bilhões a preços de 2022. Mas em geral, este ano é de bom desempenho para a agropecuária", diz nota da secretaria. Entre as lavouras com melhor desempenho estão: algodão, com aumento real do VBP de 39,2%; banana, 12,5%; batata inglesa, 18,4%; café, 35,8%; cana de açúcar, 10,2%; feijão, 10,1%; milho, 16,6%; tomate, 30%; e trigo, 39,8%. As culturas foram impulsionadas pela alta de preços. A pecuária teve retração nas atividades relacionadas a bovinos, frangos e suínos, em razão da queda de preços na comparação com o ano anterior. As exceções são para leite e ovos, que apresentam melhores resultados. Em relação ao desempenho das regiões, Centro-Oeste tem o maior VBP, somando R$ 410,62 bilhões; seguida pelo Sudeste (R$ 305,5 bilhões), Sul R$ (R$ 284,8 bilhões), Nordeste (R$ 115,99 bilhões) e Norte (R$ 76,56 bilhões). Entre os estados, os cinco primeiros são Mato Grosso, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Goiás. O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e o faturamento bruto dentro do estabelecimento ao longo do ano, a partir do cálculo da safra agrícola, da pecuária e dos preços obtidos pelos produtores nas principais praças do país e dos 26 maiores produtos agropecuários nacionais. As informações partem da assessoria de imprensa do Mapa. Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 AÇÚCAR: Mapa rateia nova cota para venda aos Estados Unidos

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 - Duas semanas após o governo dos Estados Unidos (EUA) confirmar um novo aumento da cota de açúcar que o Brasil pode vender ao mercado norte-americano em condições tributárias especiais, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) definiu o volume adicional de açúcar que 37 usinas produtoras das regiões Norte e Nordeste poderão exportar para os EUA até 30 setembro deste ano. Publicada no Diário Oficial da União de hoje (15), a Portaria n 472 discrimina as cotas alocadas a cada unidade produtora. Das usinas contempladas com base nos resultados da safra anterior, 15 estão estabelecidas em Alagoas e 11 em Pernambuco. As demais funcionam na Paraíba (2); Rio Grande do Norte (2); Sergipe (2) e nos estados do Amazonas; Bahia; Maranhão; Pará e Piauí (um estabelecimento em cada um). Os produtores beneficiados pela medida são todos das regiões Norte e Nordeste porque uma lei de 1996, a Lei n 9.362, estabelece que, para estimular o desenvolvimento regional, a exportação de produtos derivados de cana-de-açúcar para mercados considerados preferenciais, como o dos Estados Unidos, será atribuída a usinas das duas regiões, "tendo em conta seu estágio econômico". Esta é a segunda alocação, ou rateio, que o ministério faz, este ano, do volume extra do produto que o Brasil é autorizado a vender para o mercado norte-americano. Em maio, os Estados Unidos já tinham manifestado interesse em comprar, com tratamento diferenciado, a 35,16 mil toneladas além das cerca de 144,41 mil toneladas autorizadas ainda em 2021. No fim de julho, as autoridades norte-americanas adicionaram mais 14,43 mil toneladas à cota prioritária inicial. "Isto é corriqueiro. Costumeiramente, alguns dos países [produtores] que recebem cotas [do governo dos EUA] acabam não conseguindo cumpri-las. Ou [as autoridades norte-americanas] veem que precisam de um pouco mais do produto. Nós [Brasil sempre somos consultados se temos condições de atender [à demanda]", explicou à Agência Brasil o coordenador-geral de Cana e Açúcar do Mapa, Cid Caldas, enfatizando que, somadas as cotas principal e adicionais, as usinas nacionais poderão exportar, em condições especiais, pouco mais de 195 mil toneladas de açúcar para os Estados Unidos. "A gente vem tentando elevar a cota [principal] mostrando que há países aos quais são atribuídas cotas, mas que nem produção eles têm", acrescentou Caldas, lembrando que, em 2020, o governo brasileiro chegou a aventar a possibilidade de zerar a taxa de importação cobrada do etanol norte-americano se os Estados Unidos dispensassem o mesmo tratamento ao açúcar brasileiro. "Como a cana-de-açúcar e o etanol estão intimamente ligados no Brasil, a partir do momento em que o governo norte-americano está nos mandando etanol, deveria abrir mais também o seu mercado de açúcar", disse Caldas. Há quase dois anos, o governo brasileiro anunciou como resultado das negociações entre Brasil e EUA o fato dos produtores nacionais terem sido autorizados a exportar, naquele ano, 80 mil toneladas adicionais de açúcar. A ampliação da cota inicial foi anunciada menos de duas semanas após o governo brasileiro elevar a cota de importação de etanol dos Estados Unidos. As informações partem da Agência Brasil. Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 CAFÉ: Embarques de agosto estão em 968 mil sacas Secex

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 - As exportações brasileiras de café em grão em agosto chegam a 967.785 sacas de 60 quilos no acumulado até o dia 15, com 10 dias úteis computados (média diária de 96.778 sacas), com receita chegando a US$ 230,491 milhões (média diária de US$ 23,049 milhões), e preço médio de US$ 238,16 por saca. A receita média diária obtida com as exportações de café em grão em agosto está 18,3% maior no comparativo com a média diária de agosto de 2021, que fora de US$ 19,487 milhões. Já o volume médio diário embarcado está 25,9% menor que o de agosto de 2021, que tinha o registro de 130.625 sacas diárias de média. O preço médio, por sua vez, disparou 59,6%. Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 CLIMA NA SEMANA: Temperaturas despencam e geadas ameaçam Sul do Brasil (vídeo)

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 - No vídeoClimanaSemana desta semana, o agrometeorologista da RuralClima, Marco Antônio dos Santos, fala como será o clima nesta semana nas regiões produtoras do Brasil e dos Estados Unidos. A previsão traz grandres preocupações com a possibilidade de geadas para o final da semana no Sul do Brasil. Nos Estados Unidos, as condições climáticas são mais favoráveis. A conversa écom o jornalista da Agência SAFRAS, Lessandro Carvalho. Confira nos links abaixo o vídeo, na Safras TV e no Youtube. Você também pode acompanhar o Clima na Semana em formato apenas de áudio/podcast, no último link do soundcloud: https://safras.com.br/safras-tv/ https://www.youtube.com/watch?v=Mzka52GsERk https://soundcloud.com/safras-mercado/temperaturas-despencam-e-geadas-ameacam-sul-do-brasil Lessandro Carvalho (lessandro@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 FERTILIZANTES: Importações somam 1,49 milhão de toneladas em agosto, indica Secex

São Paulo, 15 de agosto de 2022 - As importações de fertilizantes do Brasil envolveram US$ 1,131 bilhão em agosto (10 dias úteis), com média diária de US$ 113,14 milhões. A quantidade total de fertilizantes importada pelo país ficou em 1,49 milhão de toneladas, com média de 148,7 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 760,90. Em relação a agosto de 2021, houve alta de 58,2% no valor médio diário da importação, perda de 24,4% na quantidade média diária importada e valorização de 109,1% no preço médio. Os dados são do Ministério da Economia e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior. Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 ECONOMIA: Balança tem superávit de US$ 1,966 bi na 2a semana de agosto

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 - Até a 2º Semana de Agosto/2022, comparado a Agosto/2021, as exportações cresceram 11,7% e somaram US$ 13,82 bilhões. As importações cresceram 33,3% e totalizaram US$ 11,85 bilhões. Assim, a balança comercial registrou superávit de US$ 1,966 bilhão, com queda de -43,5%, e a corrente de comércio aumentou 20,8%, alcançando US$ 25,67 bilhões. No acumulado Janeiro até 2º Semana de Agosto/2022, em comparação a Janeiro/Agosto 2021, as exportações cresceram 18,7% e somaram US$ 208,07 bilhões. As importações cresceram 30,8% e totalizaram US$ 166,21 bilhões. Como consequência destes resultados, a balança comercial apresentou superávit de US$ 41,86 bilhões, com queda de -13,3%, e a corrente de comércio registrou aumento de 23,8%, atingindo US$ 374,28 bilhões. As informações são do Ministério da Economia. Revisão: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 CÂMBIO: Dólar perde força, mas segue em alta, puxado por China

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 - O dólar opera em alta, mas sem direção definida. O mercado mostra preocupação com os últimos indicadores econômicos da China, que contribuíram para reforçar as dúvidas sobre uma desaceleração tanto chinesa quanto global. Para o head de tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt, "o imobiliário chinês é muito forte e teve desaceleração, fazendo com que quase todas as moedas emergentes ligadas às commodities caiam". De acordo com o boletim da Ajax Capital, " após uma breve recuperação da atividade econômica em junho, os indicadores de julho na China voltaram a mostrar desaceleração". As vendas de novas residências, em julho, aumentaram 2,7% ante projeções de 4,9%, enquanto a produção industrial avançou 3,8% no mesmo período, abaixo das expectativas de 4,6%. "Os fracos dados da economia chinesa impactam negativamente no mercado de commodities e de moedas dos emergentes. Ativos locais devem acompanhar exterior", analisa a Ajax. Por volta das 14h24 (horário de Brasília), o dólar comercial subia 0,41%, cotado a R$ 5,0950 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em setembro de 2022 avançava 0,31%, cotado a R$ 5.119,50. As informações são da Agência CMA. Yasmim Borges (yasmim.borges@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

15/08 PORTOS: Movimentação de cargas cai 3,3% no primeiro semestre Antaq

Porto Alegre, 15 de agosto de 2022 - A movimentação de cargas no setor portuário apresentou um recuo de 3,3% no primeiro semestre de 2022 em relação ao mesmo período do ano passado, informou hoje (15) a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Segundo a agência, os portos organizados, terminais autorizados e arrendados movimentaram 581,3 milhões de toneladas no período. As informações constam do painel Estatístico Aquaviário da Antaq, O painel destaca ainda que, em relação ao primeiro semestre do ano passado, houve uma redução nas movimentações dos principais perfis de carga: graneis sólido, líquido e conteineres. No granel sólido, a queda foi de 4,4%, com movimentação de 335,9 milhões de toneladas. Esse tipo de carga representa 58% do total de cargas movimentadas. No granel líquido, a queda foi de um pouco maior, de 4,5%, com 148,1 milhões de toneladas. O granel líquido movimenta 25% das cargas no país. Já nos contêineres, a redução foi de 4,4%, com movimentação de 62,7 milhões de toneladas. Em geral, a movimentação é de11% das cargas no país. Redução nas exportações Segundo a Antaq, a queda foi puxada pela redução nas exportações das principais commodities brasileiras: minério de ferro, soja e petróleo. O destaque positivo ficou para a carga em geral que apresentou um crescimento de 18,6%, com 34,7 milhões de toneladas movimentadas. A carga em geral movimenta 6% das cargas transportadas no país. A exportação de celulose puxou o crescimento. De acordo com o diretor-geral da Antaq, Eduardo Nery, a redução na movimentação pode ser explicada em razão de problemas na economia da China, maior parceiro comercial do Brasil. "Entendemos que o decréscimo ocorre principalmente em função dos problemas ocorridos na China, com lockdowns e fechamento de indústrias e portos. Isso impactou na movimentação de granel solido mineral e vegetal. Nossos contêineres também", disse Nery que acrescentou esperar que a movimentação total em 2022 fique próxima da do ano passado. A projeção da Antaq e que a movimentação de cargas no segundo semestre fique em 631 milhões de toneladas, um crescimento de 2,9% na comparação com o mesmo período do ano passado. Com isso, a previsão é que a movimentação total fique em 1,212 bilhão de toneladas, uma queda de 0,2% em relação ao ano anterior. As informações partem da Agência Brasil. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2022 - Grupo CMA

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