A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

09/04 CÂMBIO: Dólar reduz queda após reunião da Opep e segue abaixo de R$ 5,10

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - Apesar da queda firme do dólar comercial frente ao real, a moeda desacelerou as perdas reagindo à reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), além de acompanhar as moedas de países emergentes e ligadas às commodities que desaceleraram a alta. Às 15h25 (de Brasília), a moeda estrangeira recuava 1,16%, cotada a R$ 5,0840 para venda no mercado à vista, enquanto o contrato para maio tinha queda de 0,84%, a R$ 5,0870. Lá fora, o Dollar Index caía 0,56%, aos 99,554 pontos. "A semana vai encerrando melhor do que se esperava. Parece que a Itália vê uma luz no fim do túnel após declarações do seu primeiro-ministro [Giuseppe Conte] de que o país pode começar a relaxar algumas restrições impostas até o fim deste mês. Enquanto a Espanha registra o menor número de óbitos", comenta o consultor de câmbio da corretora Advanced, Alessandro Faganello. Há pouco, teve a reunião a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), no qual a Arábia Saudita afirmou que poderá estender os cortes negociados na reunião de hoje entre com seus aliados até 2022. Segundo a agência de notícias "Dow Jones", sauditas e russos devem cortar a produção de 8,5 milhões de barris até junho. "Dias atrás, o presidente [norte-americano] Donald Trump comentou sobre um corte de 10 milhões. O mercado não deixa de criar uma expectativa que fosse acima disso, o que acabou ficando aquém e está sendo mal digerido", diz o consultor. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 AGROPECUÁRIA: Insumos não serão tributados em SC até dezembro - OCESC

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - Fez-se justiça com quem trabalha e assegura a produção de alimentos de qualidade para a população. Essa é a avaliação da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) em relação à prorrogação do convênio ICMS n 100/1997, que prevê a isenção tributária em operações internas e a redução na cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na comercialização interestadual de insumos agropecuários até dezembro deste ano. Essa medida foi aprovada, na semana passada, pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). O convênio estabelece redução na base de cálculo do ICMS em até 30% para fertilizantes e rações e em até 60% para defensivos agrícolas e sementes. A medida tinha prazo de vigência até 30 de abril deste ano, por isso a OCESC e outras entidades empresariais e organizações do setor apresentaram proposta de prorrogação. O intuito foi garantir que os insumos agropecuários cheguem aos produtores e empresários rurais com preços competitivos e, consequentemente, assegurando a continuidade da produção de alimentos e o abastecimento da população. O presidente da OCESC, Luiz Vicente Suzin, destacou o papel da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop/SC) coordenada pelo deputado Moacir Sopelsa e da Frente Parlamentar da Agropecuária coordenada pelo deputado José Milton Scheffer. Também elogiou o apoio integral da Assembleia Legislativa de Santa Catarina através do presidente Júlio Garcia e do deputado Marcos Vieira que dirigiu histórica sessão pública, com mais de 1600 participantes, para discutir a matéria dos insumos agrícolas. Mencionou a união das cooperativas agropecuárias e entidades de representação e defesa do agronegócio. O dirigente lembrou que "tínhamos a garantia do Governo Estadual em abandonar a ideia de tributar os insumos agrícolas e agora temos a confirmação da renovação do pacto entre todos os Estados e o aval do Governo Federal pela não-tributação dos insumos. Isso viabiliza a manutenção das atividades do agronegócio barriga-verde neste período de incertezas econômicas". O presidente da OCESC assinalou que foi possível construir um consenso republicano em torno de uma questão complexa, em favor do interesse público. Essa conquista devolve tranquilidade a todos os atores da agricultura, da pecuária e da agroindústria. "Os efeitos da elevação dos tributos resultariam em aumento do custo de produção dos alimentos para o produtor rural e para a agroindústria; a perda de competitividade do produto catarinense nos mercados nacional e internacional e a majoração do preço final ao consumidor", elencou o cooperativista ao analisar algumas consequências que o Estado teria. Com informações da assessoria de imprensa da OCESC. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 CÂMBIO:Dólar mantém queda e segue ao redor de R$ 5,05 com exterior após Fed

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - O dólar comercial acelerou as perdas frente ao real, renovando mínimas sucessivas no patamar de R$ 5,05, em meio ao ambiente positivo que prevalece no exterior com o anúncio de novas medidas de estímulo para a economia dos Estados Unidos feito pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano). Os números mostrando um pouco de desaceleração nos pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos também animam os mercados. "Foram dois aspectos importantes e positivos. O mercado sai daquela posição de proteção e vai para a posição de risco", diz o diretor da Correparti, Ricardo Gomes. Mais cedo, o Fed anunciou que vai oferecer até US$ 2,3 trilhões em empréstimos incluindo estados e municípios, além de pequenas e médias empresas. A autoridade monetária tem atuado bastante neste momento de crise jorrando liquidez no mercado. Há pouco, o presidente da instituição, Jerome Powell, reiterou que querem "garantir recuperação rápida" e que devem também manter a taxa de juros próxima de zero até que o Fed tenha certeza de que a economia resistiu à crise desencadeada com o novo coronavírus. O mercado de trabalho já emite os efeitos da crise que atinge também o, hoje, epicentro da pandemia. Porém, os pedidos de seguro-desemprego nos Estados Unidos recuaram em 261 mil, para 6,606 milhões. Na semana passada, o número chegou a 6,867 milhões de pedidos, segundo o Departamento do Trabalho. Gomes acrescenta que a percepção de "pico do estresse" com a pandemia já aconteceu, o que traz um pouco mais de alívio ao mercado global. "Do ponto de vista técnico, quem estava comprado com medo de um cenário pior, está desovando um pouco suas posições. E o importador está de volta desde ontem quando a moeda ficou abaixo de R$ 5,20", acrescenta. Às 12h22 (de Brasília), o dólar à vista operava em queda de 1,55%, negociado a R$ 5,0640 para venda, depois de renovar mínimas a R$ 5,0520 (-1,79%) e máxima de R$ 5,1540 (+0,19%). O contrato para maio recuava 1,18%, perto de R$ 5,07. Lá fora, o Dollar Index caía 0,57%, aos 99,544 pontos. As principais moedas de países emergentes subiam ante o dólar, com o peso mexicano tem mais de 2,5% de alta. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 CARNE SUINA: EUA embarca 146,320 mil toneladas para China no ano

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - Relatório de exportação semanal do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), divulgado nesta quinta-feira, mostrou que a China comprou 38,730 mil toneladas de carne suína norte-americana na semana encerrada no dia 2 de abril, sendo a maior compra semanal desde outubro de 2019. Os embarques efetivos da China da semana ficaram em 16,250 mil toneladas. As vendas pendentes dos EUA (a serem embarcadas) para a China somam agora 146,320 mil toneladas em 2020. As informações partem do departamento de Análise e Consultoria de SAFRAS & Mercado. Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 GRÃOS: Safra 2019/20 do Brasil será de 251,795 milhões de toneladas - Conab

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - A pandemia enfrentada pelo mundo de COVID-19 não afetou o andamento da safra brasileira. Os agricultores seguem com suas atividades dentro da normalidade adotando os cuidados recomendados pelas diversas instituições das áreas envolvidas no combate novo vírus, como o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS), além de conseguir realizar os tratos culturais, como adubação e aplicação de defensivos, no período recomendado. A expectativa de uma colheita de 251,795 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/2020, como indicado pelo 7o Levantamento da Safra divulgado nesta quinta-feira (9) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume recorde deve ser registrado em uma área cultivada de 65,1 milhões de hectares. A soja e o milho são os produtos que impulsionam o bom resultado. A oleaginosa deve apresentar uma produção de 122,1 milhões de toneladas. O maior desempenho já registrado da cultura acontece mesmo com os problemas climáticos que acometeram na Região Sul, sobretudo no Rio Grande do Sul. Nas demais regiões o clima favoreceu, e aliado ao crescimento na área de 2,7% em relação à última temporada, a oleaginosa segue como um dos principais produtos da safra. Outro grão de destaque, o milho deve apresentar uma colheita de 101,9 milhões de toneladas. A maior parte deste volume é esperada na segunda safra do cereal quando se estima uma produção de 75,4 milhões de toneladas. A área tende a crescer em 4,5% quando comparada com a safra anterior e pode atingir 13,5 milhões de hectares. Vale destacar ainda que o plantio do grão se encontra em estágio bem encaminhado. Mato Grosso, principal estado produtor, já finalizou a semeadura do milho, juntamente com Goiás, Tocantins e Maranhão. Paraná, Mato Grosso do Sul e Piauí têm mais de 90% da área semeada. Além de milho e soja, algodão, arroz, feijão e sorgo devem registrar incremento na produção o que influencia positivamente no número final da safra brasileira. No caso do arroz, este aumento acompanha uma queda de plantio do grão em área sequeira. Mas este movimento vem atrelado de uma maior proporção do cultivo da cultura em áreas irrigadas, que geram maiores produtividades. Aliado a isso, o contínuo investimento do rizicultor em tecnologias, vêm permitindo a manutenção da produção, ajustada ao consumo nacional. Já o algodão também deve apresentar a maior produção já registrada na série histórica com uma colheita estimada em 2,88 milhões de toneladas da pluma do grão, influenciada pelos grandes investimentos feitos no setor e pela expansão de área cultivada aliada às boas condições climáticas encontradas nas principais regiões produtoras. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 ECONOMIA: Ações da Ásia fecham em alta com proximidade de pico de covid-19

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - Os principais índices do mercado de ações asiático fecharam em campo positivo, refletindo a expectativa dos investidores de que o pico da pandemia do novo coronavírus está próximo, e seguindo os ganhos de ontem nos Estados Unidos. "Os mercados asiáticos se aproximaram do rali de Wall Street e ficaram positivos", disse o analista do LCG, Jasper Lawler. "O clima nos mercados continua melhorando, mas é irregular. Os casos de vírus continuam aumentando rapidamente, mas os mercados estão extrapolando os dados para a frente e esperando que estejamos próximos de um pico", acrescentou. Além disso, a declaração do governador de Nova York, Andrew Cuomo, de que os esforços de distanciamento social estão funcionando para controlar o vírus animou os investidores. Já o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que gostaria de reabrir a economia do país com um "big bang", mas que o número de mortos pelo vírus precisa estar diminuindo. Os investidores esperam, ainda hoje, os dados sobre o número de pedidos de seguro-desemprego norte-americano encerrada no último sábado. A previsão é de 5 milhões de pedidos. Em Hong Kong, o governo anunciou medidas de estímulos para apoiar empresas e pessoas prejudicadas pela pandemia, levando a bolsa a subir mais de 1%. Em Seul, as ações da Hyundai Motors avançaram mais de 7% e levaram a bolsa sul-coreana a subir 1,6% e liderar os ganhos na região. Confira abaixo a variação e a pontuação de fechamento dos índices asiáticos: Nikkei 225 (Tóquio): -0,04%, 19.345,77 pontos Hang Seng (Hong Kong): +1,38%, 24.300,33 pontos Xangai Composto (Xangai): +0,37, 2.825,90 pontos Kospi (Seul): +1,61%, 1.836,21 pontos Veja a variação dos índices no acumulado da semana: Nikkei 225 (Tóquio): +8,56% Hang Seng (Hong Kong): +4,58% Xangai Composto (Xangai): +2,24% Kospi (Seul): +6,42% Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 ECONOMIA: Superávit comercial da Alemanha soma 20,8 bi de euros em fev/20

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - O superávit comercial da Alemanha somou 20,8 bilhões de euros em fevereiro, alta de 16,8% na comparação com fevereiro de 2019 e de 50,7% em relação a janeiro, segundo dados do departamento nacional de estatísticas alemão, o Destatis . As exportações somaram 109,3 bilhões de euros em fevereiro, alta de 0,4% ante o mesmo período de 2019, enquanto as importações somaram 88,5 bilhões de euros, baixa de 2,9% na mesma base de comparação. Na comparação de fevereiro com janeiro, em dados com ajuste sazonal e de calendário, as exportações subiram 1,3% e as importações caíram 1,6%. O Destatis divulgou também que a balança de serviços teve um déficit de 200 milhões de euros em fevereiro, as transferências unilaterais tiveram saldo negativo de 4,2 bilhões de euros e a balança de rendas teve superávit de 7,4 bilhões de euros. Somando todos os componentes das trocas com o exterior, a Alemanha teve um superávit em conta corrente de 23,7 bilhões de euros em fevereiro. Em janeiro, o saldo havia ficado positivo em 16,8 bilhões de euros e, em fevereiro de 2019, a conta corrente teve superávit de 15,8 bilhões de euros. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

09/04 ECONOMIA:Déficit comercial do Reino Unido soma 2,793 bi de libras em fev/20

Porto Alegre, 9 de abril de 2020 - O déficit comercial do Reino Unido somou 2,793 bilhões de libras em fevereiro, segundo o escritório de estatísticas do país, após saldo positivo de 2,409 bilhão de libras em janeiro (dado revisado). As exportações somaram 56,061 bilhões de libras em fevereiro, queda de 5,8% ante janeiro, enquanto as importações avançaram 3,0% na mesma base de comparação, para 58,854 bilhões de libras. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2020 - Grupo CMA

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