A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

26/11 CORONAVIRUS: Mortes por Covid no Brasil somam 613.957 - Conass

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - O número de mortes em decorrência da covid-19 no território brasileiro subiu para 613.957, segundo divulgação do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), com 315 novos registros nas últimas 24 horas. A taxa de letalidade da doença é de 2,8% de casos totais, que somam 22.067.630, com 12.392 registros nas últimas 24 horas, de acordo com as secretarias estaduais de Saúde. São Paulo registra o maior número de mortes, com 153.879 confirmações, seguido pelo Rio de Janeiro (68.998) e Minas Gerais, com 56.129 óbitos. Os estados que sucedem a lista de maior número mortes causadas pelo novo coronavírus são o Paraná (40.766), Rio Grande do Sul (36.054) e Bahia (27.277). Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) - Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 AGENDA: Acompanhe os principais eventos do agronegócio na semana que vem

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - Acompanhe abaixo os principais eventos ligados ao agronegócio e à economia na semana entre 29 de novembro e 3 de dezembro: -----Segunda-feira (29/11) - Alemanha: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de novembro será publicada às 10h pelo Destatis. - A FGV divulga às 8h os dados do Indice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) referentes a novembro. - O BC divulga às 8h30min o Relatório Focus com as previsões do mercado para a economia. - Inspeções de exportação semanal dos EUA - USDA, 13hs. - Condições das lavouras dos EUA - USDA, 18hs. ----Terça-feira (30/11) - Japão: A leitura preliminar da produção industrial de outubro será publicada na noite anterior pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria. - Alemanha: A taxa de desemprego de novembro será publicada às 6h pela agência federal de emprego. - Eurozona: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de novembro será publicada às 7h pela Eurostat. - O IBGE divulga às 9h os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad contínua), que traz a taxa de desocupação referentes a outubro. - Dados sobre as lavouras do Paraná - Deral, na parte da manhã. -----Quarta-feira (1/12) - O IBGE divulga às 9h os dados sobre o índice de preços ao produtor referentes a outubro. - A posição dos estoques de petróleo dos EUA até sexta-feira da semana anterior será publicada às 12h30min pelo Departamento de Energia (DoE). - Balança comercial de novembro no Brasil - Ministério da Economia, 15hs. - EUA: o Livro Bege, relatório com uma avaliação da situação econômica, será publicado às 16h pelo Federal Reserve. -----Quinta-feira (2/12) - Eurozona: O índice de preços ao produtor de outubro será publicado às 7h pela Eurostat. - Eurozona: A taxa de desemprego de outubro será publicada às 7h pela Eurostat. - Exportações semanais de grãos dos EUA - USDA, 10h30min. - Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas - Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs. - Dados das lavouras no Rio Grande do Sul - Emater, na parte da tarde. -----Sexta-feira (3/12) - O IBGE divulga às 9h os dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Industrial referentes a outubro. - Levantamentos semanal sobre o desenvolvimento das lavouras argentinas - Ministério da Agricultura, na parte da manhã. - EUA: O número de empregos criados ou perdidos pela economia (payroll) e a taxa de desemprego referentes a novembro serão publicados às 10h30 pelo Departamento do Trabalho. - Dados de desenvolvimento das lavouras do Mato Grosso - IMEA, na parte da tarde. - Evolução do plantio de soja no Brasil - SAFRAS & Mercado, na parte da tarde. Dylan Della Pasqua (dylan@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 CARNE SUINA: Sede da ABCS em Estrela (RS) é reinaugurada

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - A história da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) é marcada pelo propósito em prol da suinocultura brasileira. Essa trajetória, com 66 anos, começou em Estrela, no Rio Grande do Sul, onde sustenta uma das bases de trabalho essenciais de toda a cadeia produtiva. O Setor de Registro Genealógico de Suínos (SRGS), responsável por atestar, de acordo com a atribuição do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), a procedência de criação genética, identificando os animais, comprovando sua composição racial e desempenho reprodutivo, além de garantir o cumprimento da inspeção zootécnica e sanitária obrigatória. Sede da ABCS, o espaço localizado no centro de Estrela passou por uma reforma que teve início no começo deste ano, com objetivo de modernizar as instalações, dando mais conforto aos colaboradores e otimizando o trabalho desempenhado pelo SRGS. A obra contemplou a troca de toda a estrutura do telhado, forro e novas luminárias, revitalização do sistema de escoamento geral, cozinha, banheiros e lavanderia. Troca de todas as esquadrias, rodapés e soleiras, separação da sala de reuniões, criação de uma sala de arquivo, estacionamento e novo letreiro, Troca da rede elétrica e lógica, revitalização de paredes internas e externas, e calçada em volta do prédio. Esta foi a primeira reforma do espaço desde 1966, quando a prefeitura de Estrela cedeu o local para o uso da ABCS. "Para nós que acompanhamos a obra de perto, etapa por etapa, ver a ABCS toda revitalizada é muito gratificante. Estamos muito felizes em poder trabalhar no novo ambiente, pois essa reforma é muito importante para a continuação do trabalho do SRGS", explica a assistente administrativa da ABCS, Karla Reckziegel. A reinauguração do espaço aconteceu nesta quinta-feira (25), de forma híbrida, e contou com a presença do presidente da ABCS, Marcelo Lopes, junto dos presidentes das associações afiliadas, Valdecir Folador, da Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS), José Dariva, da Associação Paranaense de Suinocultores (APS), Itamar Canossa, presidente da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (ACRISMAT) e Alessandro Boigues, da Associação Sul Matogrossense de Suinocultores (ASUMAS). Com a palavra, Marcelo Lopes abriu a cerimônia celebrando mais essa conquista e resgatando a memória dessa trajetória. "Estamos na casa do suinocultor brasileira, que já foi palco de inúmeras conquistas. Toda a história da suinocultura brasileira passa por aqui. Se hoje somos o 4 maior produtor e exportador do mundo devemos a pessoas muito competentes que começaram esse trabalho aqui mesmo em Estrela." Marcelo aproveitou também para agradecer a todos os presentes, incluindo o prefeito da cidade, Elmar Schneider, a Superintendente do MAPA no Rio Grande do Sul, Helena Pan Ruggeri e o ex presidente da ABCS, que encabeçou o melhoramento genético no Brasil, José Adão Braun. As informações partem da assessoria de imprensa da ABCS. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 CARNES: Conab estima exportações recordes de aves e suínos em 2021

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - As vendas de aves e suínos devem atingir um novo recorde em 2021. Segundo estimativa da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) as exportações de carnes de frango podem chegar a 4,46 milhões de toneladas. Mesmo com os embarques recordes, a disponibilidade interna do produto também irá aumentar, passando de 10,6 milhões de toneladas para 10,9 milhões de toneladas - crescimento de 3%. De janeiro a outubro deste ano, o Brasil já exportou cerca de 3,75 milhões de toneladas de carnes de aves. As informações estão disponíveis no boletim AgroConab divulgado pela Companhia. A maior oferta do produto no mercado é acompanhada da elevação na produção em 4,5%, chegando a 15,3 milhões de toneladas (quando comparada com 2020). Como consequência, a quantidade de carne de frango disponível para os brasileiros no ano também é a maior registrada na série histórica, passando de 50 quilos por habitante. O cenário para a carne suína é semelhante. Com a estimativa de um rebanho próximo a 42 milhões de cabeças, tanto a produção quanto as exportações tendem a atingir os maiores níveis já registrados, ficando em torno de 4,45 milhões de toneladas e 1,24 milhão de toneladas, respectivamente. O maior volume de carne produzida reflete na elevação da disponibilidade deste tipo de carne do mercado, o que garante a oferta interna e mantém a quantidade de produto por habitante estável, próximo da marca de 15 quilos por pessoa. Para os bovinos, a Conab estima um aumento de rebanho, devido à retenção de vacas para o abate. Ainda assim, a produção da carne bovina deverá ser menor neste ano, atingindo 8,1 milhões de toneladas. Já as exportações tendem a apresentar um ligeiro recuo em comparação com 2020, e podem chegar a 2,65 milhões de toneladas. A expectativa para a oferta de produto no mercado interno também é de redução, e está estimada em 5,5 milhões de toneladas, o que resulta em uma disponibilidade interna de 25,8 quilos por habitante no ano. Preços pagos aos produtos e custos de produção - Um dos fatores que explicam a menor produção de carne bovina no país é a restrição da demanda. Os custos elevados da produção repercutem no preço para o consumidor. A suspensão das exportações para a China fez com que o preço pago ao produtor registrasse uma forte queda a partir de setembro, atingindo o menor valor no final de outubro. No entanto, esse reflexo nos preços ao consumidor final começa a ser sentido nos mercados de maneira menos acentuada. Com a retomada das negociações com a China, a tendência é que os preços voltem aos patamares anteriormente vistos, encontrando o equilíbrio entre o aumento nos custos de produção, a baixa demanda e a recuperação da oferta de animais prontos para o abate. Já os preços recebidos pelo produtor de carne de frango seguem com tendência de alta. Entre os principais fatores para este movimento altista estão a maior demanda pelo produto e a elevação dos custos dos insumos para ração (milho e farelo de soja), apesar da redução das cotações de milho em setembro. Dados da Embrapa mostram que a despesa para alimentação do plantel praticamente dobrou entre julho de 2018 a julho de 2021. Neste mesmo período, a participação da alimentação nos custos para o produtor passou de 68% para 76%. Os produtores de carne suína também são impactados pela cotação elevada de milho. Apesar da entrada da segunda safra de cereal, os valores de comercialização deste insumo continuam pesando no custo de produção. No sentido contrário, o mercado continua com pressão baixista dos preços para este tipo de carne, dando relativa estabilidade das cotações, sem espaços para avanços consideráveis. Demais produtos - Além do panorama do mercado de carnes, o AgroConab traz o cenário para outras importantes culturas, como o trigo. Neste ano, a produção do cereal no país deverá ser recorde, sendo estimada pela Companhia em 7,6 milhões de toneladas. No entanto, mesmo em reta final de colheita do grão, os preços pagos ao produtor seguem em estabilidade. A valorização do dólar é o principal fator que interfere nas cotações do produto no mercado interno. As informações partem da assessoria de imprensa da Conab. Revisão: Fábio Rübenich (fabio@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 PETRÓLEO: Futuros despencam; WTI chega a cair mais de 10%

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - Os preços dos contratos futuros de petróleo despencam à medida que a notícia de uma variante potencialmente mais transmissível e evasiva às atuais vacinas contra covid-19. O contrato do WTI alcança perdas de 10% em determinados momentos. As fortes baixas ocorrem em meio a uma ampla liquidação no mercado, com os futuros da Dow caindo mais de 800 pontos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou sobre uma nova variante do coronavírus que pode ser potencialmente mais resistente às vacinas graças às suas mutações, embora diga que são necessárias mais investigações. Uma diminuição nas viagens e potenciais novos bloqueios, ambos os quais poderiam atingir a demanda, ocorrem no momento em que a oferta está prestes a aumentar. Isso tudo ao mesmo tempo em que a oferta sofrerá uma alta depois que a administração Biden anunciou planos para liberar 50 milhões de barris de petróleo da Reserva Estratégica de Petróleo. A mudança faz parte de um esforço global das nações consumidoras de energia para acalmar o rápido aumento dos preços dos combustíveis em 2021. India, China, Japão, Coréia do Sul e Reino Unido também liberarão algumas de suas reservas. A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e seus aliados produtores de petróleo devem se reunir em 2 de dezembro para discutir a política de produção para janeiro e depois. O grupo reduziu lentamente os cortes históricos de produção com os quais concordou em abril de 2020, conforme o coronavírus minou a demanda por produtos de petróleo, restaurando 400 mil barris por dia de petróleo para o mercado a cada mês. O grupo manteve sua redução gradual, apesar dos apelos da Casa Branca e de outros para aumentar a produção, já que os preços do petróleo atingiram máximas plurianuais. Os futuros do petróleo West Texas Intermediate atingiram a maior alta de sete anos em outubro, enquanto o Brent atingiu a maior alta de três anos. Por volta de 12h41 (de Brasília), o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para janeiro caía 10,11%, cotado a US$ 70,54 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para janeiro recuava 9,15%, cotado a US$ 74,69 o barril. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 CORONAVIRUS: Casos globais passam de 260 milhões; nova variante preocupa

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - O número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo passa de 260 milhões, segundo dados compilados pela Universidade Johns Hopkins, e agora soma 260.245.674. As mortes globais por covid-19 totalizam 5.185.923. A alta ocorre em meio à descoberta da nova variante sul-africana, que os cientistas dizem poder ser mais contagiosa e tornar as atuais vacinas contra covid-19 menos eficazes. A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), anunciou a proposta de impedir voos vindos do sul da África. Nos Estados Unidos, país que possui o maior número de contaminações e de mortes no mundo, as infecções somam 48.126.574 e as mortes por covid-19 totalizam 775.797. Depois dos Estados Unidos, a India tem o maior número de infecções provocadas pelo novo coronavírus, com 34.555.431 casos, e 467.468 óbitos. O Brasil, que aparece em terceiro lugar em número de casos de covid-19, tem 22.055.238 infectados. As mortes no país totalizam 613.642. O Reino Unido tem o maior número de casos da Europa e o quarto maior do mundo, totalizando 10.076.116 infeções, com 144.876 mortes. A França, por sua vez, tem 7.619.690 infecções e 119.758 óbitos pela doença, seguido pela Alemanha, com 5.671.087 casos e 100.480 mortes. A Espanha vem em seguida, com 5.121.100 casos e 87.9310 mortes. Já a África do Sul, berço da nova variante do coronavírus, tem 2.952.500 casos, e 89.771 mortes. O sistema de contagem da Johns Hopkins compila informações da Organização Mundial da Saúde, do Centro de Controle de Doenças norte-americano e do Centro de Controle e Prevenção de Doenças europeu, além de relatos da mídia, de departamentos locais de saúde e comunicados online de médicos e outros profissionais da saúde. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 CORONAVIRUS: Anvisa recomenda restrições a viajantes de países africanos

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou que o governo brasileiro adote medidas restritivas a voos e viajantes procedentes da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue, em decorrência da identificação de nova variante da Covid-19 nessa região da África. A nota técnica da Anvisa com as recomendações foi encaminhada, nesta sexta-feira, à Casa Civil. As medidas sugeridas pela Anvisa são: Suspensão imediata dos voos procedentes da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue Suspensão, em caráter temporário, da autorização de desembarque no Brasil de viajante estrangeiro com passagem pela África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue nos últimos 14 dias, que não se enquadre nas exceções a serem determinadas pelos órgãos competentes e de imigração Realização de quarentena, logo após o desembarque no Brasil, para viajantes brasileiros e seus acompanhantes legais com origem ou histórico de passagem pela África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue nos últimos 14 dias que antecedem a entrada no país. Segundo a Anvisa, como não há malha aérea com voos procedentes diretamente da África do Sul, Botsuana, Eswatini, Lesoto, Namíbia e Zimbábue para o Brasil, visando o controle da disseminação de nova variante da Covid-19, é necessária a restrição de entrada de viajantes com essas procedências por qualquer meio de transporte (aéreo, rodoviário ou aquaviário). Até que as medidas restritivas sugeridas na Nota Técnica sejam adotadas, a Anvisa recomenda o reforço, por parte das autoridades de saúde brasileiras, do monitoramento de viajantes procedentes desses países africanos. PORTARIA INTERMINISTERIAL A adoção de restrições depende de portaria interministerial editada conjuntamente pela Casa Civil, pelo Ministério da Saúde, pelo Ministério da Infraestrutura e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública. A legislação estabelece que compete à Anvisa emitir manifestação técnica fundamentada de assessoramento às decisões interministeriais sobre eventuais restrições para ingresso no território brasileiro. Na nota a Anvisa alerta que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), "a nova variante parece ter maior transmissibilidade e provavelmente está ligada ao aumento contínuo de infecções por SARS-CoV-2 nos referidos países, cuja cobertura vacinal ainda se encontra baixa. Diz ainda que a OMS está fazendo "uma análise mais aprofundada" para determinar o impacto epidemiológico dessa variante. Segundo a Anvisa, Itália, Alemanha e Reino Unido já começaram a adotar medidas de restrição de trânsito de viajantes provenientes dessas regiões. Além disso, autoridades da Comissão Europeia sinalizam que as restrições deverão ser adotadas por todo o bloco. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

26/11 CÂMBIO: Nova variante da Covid e incertezas fiscais turbinam dólar

Porto Alegre, 26 de novembro de 2021 - Embora tenha perdido fôlego, o dólar continua em sólida queda. A nova variante do Coronavírus, detectada na África do Sul e com o primeiro confirmado na Europa (Bélgica), e o já tradicional imbróglio fiscal doméstico contribuem para o enfraquecimento do real. De acordo com o chefe da mesa de câmbio da Terra Investimentos, Vanei Nagem, "além da nova variante da Covid, a inflação nos Estados Unidos mostra que o Fed terá de aumentar os juros antes do previsto, talvez no próximo semestre". Nagem acredita que os problemas são tão sérios quanto os externos: "O dólar dificilmente vai ficar abaixo dos R$ 5,30, até reverter a parte fiscal. Até agora ninguém sabe responder se realmente estourou o teto. A regra do jogo mudou e quem garante que não irá mudar novamente?", questiona. Para a economista-chefe da Veedha Investimentos, Camila Abdelmalack, "a nova variante da Covid gerou um aumento da percepção de risco, reforçando a percepção de inflação global, o que postergaria a recuperação da cadeia logística. Isso causa uma valorização do dólar". Por outro lado, o cenário doméstico continua repleto de incertezas, capitaneadas pelos precatórios: "A percepção do mercado para a aprovação da PEC mudou, é de que o planalto não tem votos suficientes para a votação da próxima semana", pontua Abdelmalack. Por volta das 11h48 (horário de Brasília), o dólar comercial subia 0,68%, cotado a R$ 5,6030 para venda. No mercado futuro, o contrato da moeda norte-americana com vencimento em dezembro de 2021 avançava 0,60%, cotado a R$ 5.604,00. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

RSS COTAÇÕES

Cotação/Data
Último
Diferença
MAXIMO
MININO
Soja May/2019
817.750S
+0
821.750
815
Soja Jul/2019
830.750S
+0
836.250
827
Soja Aug/2019
837S
+0
842.500
833.750
Milho May/2019
358S
+0
359.250
355
Milho Jul/2019
366.500S
+0
368.250
363
Milho Sep/2019
374S
+0
375.500
370.750
Farelo May/2019
288.4S
+0.0
291.9
292.3
Farelo Jul/2019
293.2S
+0.0
297.1
293.5
Farelo Aug/2019
294.8S
+0.0
298.4
295.1
Oleo de Soja May/2019
26.81S
+0.00
26.97
26.86
Oleo de Soja Jul/2019
27.10S
+0.00
27.40
26.96
Oleo de Soja Aug/2019
27.24S
+0.00
27.54
27.08

Moeda
ÚLTIMO
VARIAÇÃO
DATA
HORA
MAXIMO
MINIMO
Dolar Comercial
4.9940
+1.05
30/06/2021
10:10
4.9950
4.9530

Fale Conosco

Rua Rio Branco esquina com Av. Cuiabá, Ed. Comercial Montello, Sala 205 Centro, Rondonópolis - MT 78700-170

diversa@diversacorretora.com.br
adm@diversacorretora.com.br

(66) 3439-3300 (66) 3439-3318