A DIVERSA CORRETORA DE CEREAIS

Com uma equipe treinada, o objetivo da empresa é acompanhar o dia a dia do mercado e oferecer o melhor suporte possível ao agricultor nas negociações dos produtos do campo.


A empresa tem seu foco ainda, no assessoramento ao produtor rural, visando mantê-lo bem informado quanto ao mercado e suas tendências, subsidiando-o com informações relevantes para negociações atuais e futuras.


Hoje, a DIVERSA CORRETORA se tornou uma empresa sólida e com credibilidade no segmento, por isso, é referência para instituições públicas e privadas que buscam serviços nesse setor.



“DIVERSA CORRETORA AJUDANDO A VALORIZAR O TRABALHO E ESFORÇO DO PRODUTOR RURAL”

Notícias

06/05 ALGODÃO: Abrapa destaca importância de classificação da pluma em MT

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - Na última semana, a Abrapa percorreu diversas cidades do Mato Grosso, com o objetivo de ouvir os cotonicultores da região e falar sobre a importância da adesão ao programa Standard Brasil HVI (SBRHVI). O périplo incluiu unidades produtivas e laboratórios de classificação nas cidades de Primavera do Leste, Campo Verde, Sapezal e Cuiabá. O Mato Grosso é o principal estado produtor de algodão do país. Na safra 2019/2020, respondeu por 2,09 milhões de uma produção nacional de 3 milhões de toneladas da pluma. Para o ciclo 2020/2021, a previsão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de 1,79 milhão de toneladas, para uma produção nacional de 2,5 milhões. Durante os quatro dias que permaneceram na região, o presidente da Abrapa, Júlio Cézar Busato, o vice-presidente, Alexandre Schenkel, e o diretor-executivo, Marcio Portocarrero, tiveram reuniões com diversos produtores e com os grupos Bom Futuro, Maggi e Scheffer. Além disso, visitaram os laboratórios da Unicotton, Copperfibra e Kuhlmann. O giro terminou com reunião na Associação Matogrossensse dos Produtores de Algodão (Ampa). "Quando se conhece mais o Mato Grosso, o potencial da tecnologia aplicada e a vontade dos cotonicultores de produzir cada vez mais, temos a certeza de que seremos o maior exportador mundial de algodão num curto período de tempo. E, num horizonte um pouquinho maior, o maior produtor de algodão do mundo", afirma Busato. Até o final do semestre, a Abrapa pretende completar uma rodada pelas principais regiões produtoras da fibra no país, para atualizar as associações estaduais sobre os projetos que vem desenvolvendo na busca de mercados e na valorização da pluma do algodão brasileiro - como o Cotton Brazil e o Sou de Algodão. "Com as associações estaduais, vamos ampliar mercado e valorizar o algodão brasileiro", destaca o presidente da Abrapa. As informações são da Abrapa. Revisão: Rodrigo Ramos (rodrigo@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 PETRÓLEO: Futuros passam a cair mais de 1% pressionados por pandemia

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - Os preços dos contratos futuros de petróleo passaram a cair mais de 1%, pressionados pelo aumento de casos de covid-19 em países como a India, deixando de lado a redução muito mais acentuada do que o esperado nos estoques da commodity nos Estados Unidos. Por volta de 11h20 (de Brasília), o preço do contrato do petróleo WTI negociado na Nymex com entrega para junho caía 1,44%, cotado a US$ 64,67 o barril. Já o preço do contrato do Brent negociado na plataforma ICE, com entrega para julho recuava 1,30%, cotado a US$ 68,05 o barril. Com informações da Agência CMA. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 CARNE DE FRANGO: Consumo cresce durante pandemia - CRMV-SP

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - Enquanto o consumo de carne bovina teve redução, o frango ganhou espaço na mesa das famílias brasileiras durante a pandemia. Em média, cada brasileiro consumiu 45,27 quilos de carne de frango no último ano, quase três quilos a mais do que em 2019 (Relatório ABPA/2021). Entre os fatores que contribuem para o alto consumo deste alimento no País estão a disponibilidade, o custo-benefício, a facilidade e versatilidade de preparo, assim como sua qualidade nutricional. Para o médico-veterinário Ricardo Moreira Calil, presidente da Comissão Técnica de Alimentos do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (CRMV-SP), a produção de carne de frango no Brasil é bastante significativa, tanto em relação à oferta de alimentos para a população, quanto às oportunidades geradas no campo. "O grande salto na produtividade aliado à qualidade nutricional da carne de frango - considerada pelos consumidores mais saudável em comparação com a suína e a bovina - alavancaram o consumo per capita deste alimento ao longo dos anos", avalia Calil. A zootecnista Paola Rueda, que integra a Comissão Técnica de Bem-estar Animal do CRMV-SP, explica que a carne de frango é rica em vitaminas, minerais e proteína com baixa gordura saturada, pois a gordura se concentra na pele e pode facilmente ser retirada. "Quando o frango é criado em sistemas com altos níveis de bem-estar, é ainda melhor a qualidade organoléptica, ou seja, as características percebidas pelos sentidos humanos. Além disso, na crise financeira é uma opção mais barata de proteína", analisa Paola. Impactos do frango na economia Por trás desse importante alimento presente na dieta das famílias, há um grande setor que gera emprego e renda para o Brasil. Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o setor emprega, direta e indiretamente, 3,5 milhões de trabalhadores. São mais de 100 mil produtores integrados e independentes em todo o País. A alta produtividade e os avanços tecnológicos da cadeia produtiva fizeram com o que o Brasil atingisse o posto de maior exportador mundial de carne de frango, conquistando até os mercados mais exigentes em relação à qualidade e à segurança sanitária dos produtos. Em 2021, a produção brasileira de carne de frango poderá alcançar até 14,5 milhões de toneladas. As exportações devem chegar a 4,35 milhões de toneladas, superando em até 3,6% o total exportado pelo Brasil em 2020. De acordo com a zootecnista Paola Rueda, é provável que, com a melhora no cenário da pandemia nos países importadores, as exportações brasileiras aumentem ainda mais. Para manter o bom desempenho no mercado externo, Paola reforça a necessidade de o País continuar atento às exigências dos consumidores, principalmente quanto à sanidade e ao bem-estar animal. "Se continuarmos focando nesses pontos, poderemos nos manter competitivos a médio e longo prazo nos diferentes mercados", avalia. Calil comenta, ainda, que o aumento no consumo da carne de frango não é observado só no Brasil, mas em muitos outros países. "Isso indica que este tipo de alimento deverá seguir em alta nos próximos anos, contribuindo para melhorar a vida do produtor no campo e servindo como uma opção saudável na dieta da população", conclui o médico-veterinário. As informações partem da assessoria de imprensa do CRMV-SP. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 EMPRESAS: Bunge e Target criam empresa de logística Vector

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - A Bunge, uma das maiores empresas de alimentos e agronegócio do mundo, e a Target, provedora de soluções de logística e tecnologia com atuação na América do Sul, se associaram para criar a Vector, uma nova empresa com foco na digitalização do processo de contratação de frete rodoviário e outros serviços. As duas empresas colaboraram com sucesso no desenvolvimento do aplicativo de contratação de fretes Vector, lançado no ano passado e utilizado nas operações da Bunge no Brasil. Batizada com o mesmo nome do aplicativo, a nova empresa passa a oferecer, de forma independente, os serviços de logística da plataforma para outros embarcadores, aumentando a produtividade dos motoristas, a partir do mapeamento de corredores e fluxos logísticos para encontrar sinergias que permitam diminuir tempos ociosos para os caminhoneiros e reduzir custos logísticos para os embarcadores. A plataforma Vector é a única no mercado que se integra ao sistema operacional do embarcador, se comunicando com os locais de carga e descarga. Isso permite não só o agendamento do frete como também a distribuição, via sistema, de todos os documentos de transporte, garantindo a carga ao motorista sem qualquer necessidade de contato entre as partes. A solução também elimina uma etapa presencial do processo, já que a ordem de carregamento é emitida digitalmente, na hora do aceite do frete no aplicativo. "Com base nos dados que temos disponíveis desde que o aplicativo foi lançado sabemos que a ferramenta não apenas cria colaboração eficiente entre companhias e motoristas, mas também melhora a qualidade de vida e a renda do caminhoneiro. Vamos trabalhar para garantir que os motoristas agendem mais viagens e aumentem sua produtividade", explica Javier Maciel, CEO da Vector. Em pouco mais de um ano, desde que foi implantado na operação da Bunge, Vector possibilitou a digitalização de praticamente todo o processo de contratação de fretes da companhia, que movimenta cerca de 25 milhões de toneladas de grãos anualmente no Brasil. Hoje, os volumes contratados via aplicativo representam 97% de tudo o que a Bunge transporta pelo modal rodoviário no país. No acumulado desde seu lançamento, a ferramenta soma 57,5 mil downloads e 48 mil caminhoneiros cadastrados, tendo viabilizado 557 mil viagens e o pagamento de R$ 2,6 bilhões em fretes. "Estamos liderando um movimento de transformação digital em nossas principais áreas de negócio e precisávamos de uma solução que fosse muito além de uma simples vitrine de fretes e que nos apoiasse, de fato, na automação da interação com nossos parceiros de logística. A combinação do profundo conhecimento em movimentação de commodities e escala da Bunge com a vocação de serviço, agilidade e capacidade de resposta da Target foram essenciais para o sucesso do aplicativo Vector, que agora se torna uma empresa independente", afirma Makoto Yokoo, diretor de Logística da Bunge. A estrutura societária da Vector prevê que ela aceite outros grandes embarcadores como sócios. A companhia também tem em seus planos oferecer a motoristas autônomos e pequenos transportadores o acesso a custos mais competitivos para produtos como peças automotivas ou serviços de manutenção e, ainda, serviços financeiros, incluindo financiamento para capital de giro, seguro para cargas e meios de pagamento. Ao integrar esse ecossistema colaborativo, o motorista passa a fazer parte de uma comunidade e a Vector usará a força dessa comunidade para oferecer oportunidades às quais o caminhoneiro não tem acesso quando atua de forma isolada. As informações partem da assessoria de imprensa da Bunge. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 AGRICULTURA: Desembolso do crédito rural atinge R$ 201 bi em dez meses-Mapa

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - Entre julho do ano passado a abril deste ano foram liberados R$ 201,43 bilhões aos produtores rurais e cooperativas de produção. O crescimento verificado foi de 12% em relação a igual período da safra anterior. "Decorridos dez meses da safra 2020/2021, o valor das contratações de crédito rural continua com desempenho crescente, indicativo de que todo o orçamento programado será executado" diz o diretor de Crédito e Informação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Wilson Vaz de Araújo. A novidade, de acordo com o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, é que nesse montante foram contabilizadas as aquisições de CPRs (Cédulas de Produto Rural) e operações com agroindústrias, que somaram R$ 10,84 bilhões entre julho e fevereiro deste ano . O destaque desta safra tem sido para o investimento, cuja elevação percentual foi de 46%, comparativamente à safra passada, atingindo R$ 59,56 bilhões. O custeio teve um crescimento de 19% e representou R$ 102,46 bilhões. Pela primeira vez nesta safra, a comercialização aumentou o montante contratado (R$ 18,35 bilhões), e a industrialização atingiu R$ 10,22 bilhões, com crescimento equivalente a 4%. Do total das operações contratadas no período, as fontes controladas correspondem a 60%. No caso do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor (Pronamp), essas fontes respondem por quase 100% do valor contratado, o que evidência a prioridade de acesso ao crédito rural oficial aos pequenos e médio produtores. Entre as contratações de crédito rural realizadas com recursos controlados (R$ 120,19 bilhões), destaca-se a participação da Poupança Rural Controlada (R$ 45,78 bilhões) e dos Recursos Obrigatórios (R$ 37,95 bilhões), apesar da diminuição em 16% na utilização destes comparativamente à safra passada. Quanto à participação das fontes não controladas (R$ 81,24 bilhões), a LCA - Letras de Crédito do Agronegócio (R$ 38,29 bilhões) e a Poupança Rural Livre (R$ 25,11 bilhões) foram as mais representativas. Especialmente neste final de safra, ficou evidenciado o aumento de 6% das contratações com fontes não controladas e de 17% com fontes controladas. Em relação aos financiamentos realizados nos programas de investimento, com recursos da fonte BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), administrados pelo Mapa, os programas que se destacaram, pelo valor contratado e respectivo aumento, foram o Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota): R$ 7,10 bilhões (9%), o Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura (Programa ABC): R$ 2,15 bilhões (10%) o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro): R$ 1,58 bilhão (27%), o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA): R$ 1,84 bilhão (63%) e o Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra): R$ 766 milhões (117%). Com informações da assessoria de imprensa do Mapa. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 MERCADO EUROPA: Ações operam sem direção comum após balanços e BoE

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - Os principais índices do mercado de ações europeu operam sem direção comum, com resultados mistos da temporada de balanços, enquanto os investidores digerem dados econômicos da zona do euro e a decisão de política monetária do Banco da Inglaterra (BoE). O BoE manteve a taxa básica de juros do Reino Unido inalterada em 0,1% e os estoque de compras de ativos em 895 bilhões de libras, ao mesmo tempo em que revisou para cima suas projeções de crescimento econômico britânico para este ano. "Enquanto a economia continuar a melhorar, acreditamos que uma nova redução moderada das compras de ativos seja provável no anúncio de agosto. No momento, entretanto, não esperamos um aumento inicial da taxa de juros básica até o primeiro semestre de 2023", disseram analistas do Wells Fargo, em relatório. Entre as empresas, as ações do Unicredit sobem 5,3% em Milão e as do Societe Generale avançam 5,2% em Paris, após os bancos reportarem bons números trimestrais. Na contramão, as ações da Volkswagen caem 1,5% em Frankfurt, devido a problemas de produção, e os papéis da Anheuser-Busch InBev caem 4,6%, na medida em que a empresa enfrenta problemas estruturais. Entre os indicadores, as vendas no varejo da zona do euro superaram as expectativas em março, com alta de 2,7% em base mensal, enquanto as encomendas à indústria da Alemanha subiram 3,0% em março também em base mensal, acelerando após a alta de 1,4% em fevereiro. Confira abaixo a variação e a pontuação dos índices europeus por volta de 10h05 (horário de Brasília): FTSE-100 (Londres): +0,16%, 7.050,46 pontos DAX-30 (Frankfurt): zero, 15.160,09 pontos CAC-40 (Paris): +0,01%, 6.340,13 pontos FTSE MIB (Milão): +0,34%, 24.546,5 pontos IBEX-35 (Madri): -0,22%, 8.947,90 pontos SMI-20 (Zurique): -0,19%, 11.088,18 pontos PSI-20 (Lisboa): -0,77%, 5.053,05 pontos Com informações da Agência CMA Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 MILHO: Preço recorde gera alerta sobre entrega do produto - BBM

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - O mercado brasileiro do milho registra recordes históricos desde o fim do ano passado, em patamares ainda mais elevados este ano. Um ambiente de preços nunca antes vistos e que traz consigo uma preocupação, a da não entrega do produto lá na frente, a exemplo do que ocorreu com o mercado da soja que viveu cenário parecido após o preço da saca ter ultrapassado os R$ 160 em diferentes regiões do país. Para evitar situações assim, a recomendação da economista, doutora em Agronegócio e sócia da MFT Consultoria, Maria Flávia Tavares, é que o produtor negocie o seu produto em ambiente de Bolsa de Mercadorias. "Quando o produtor faz seu contrato a termo com uma trading, por exemplo, essa relação é bilateral. O contrato é flexível, com um risco de crédito muito grande", explicou. Recentemente, a economista que é também árbitra da Bolsa Brasileira de Mercadorias, ministrou um curso sobre a negociação de commodities em Bolsa de Mercadorias e acredita na segurança oferecida neste tipo de ambiente. "Isso não é ensinado em cursos de Agronomia, infelizmente. O produtor sabe produzir muito bem, mas na hora de vender o seu produto, ele tem dificuldade", relatou. O risco é de uma das partes não honrar seu compromisso, tanto de o produtor não entregar o produto, já citado anteriormente, como de quem está comprando não pagar. "Com a negociação em Bolsa, não há esse risco", defendeu a economista. "A principal vantagem em se negociar um contrato de compra e venda de commodities agrícolas em Bolsa refere-se especialmente à proteção para as partes com relação a alta ou a baixa dos preços. Uma vez que o preço das commodities possui variação de acordo com a oferta e a demanda, a negociação desses contratos em Bolsa possibilita o travamento do preço das commodities negociadas para o futuro, reduzindo os riscos de surpresas que possam inviabilizar a performance do contrato", explica a gerente jurídica da Bolsa Brasileira de Mercadorias, Cíntia Nogueira. As negociações realizadas na Bolsa Brasileira de Mercadorias, por exemplo, contam com o amparo da Câmara Arbitral que tem uma equipe de árbitros especializada no setor do agronegócio. As complexidades das relações contratuais relacionadas ao agronegócio estão presentes nos contratos celebrados pelas partes envolvidas neste cenário, sendo comum contratos celebrados entre multipartes, com obrigações pré-determinadas para cada uma delas. "São contratos que versam sobre mercado futuro, derivativos, cambiais, certificados de recebíveis, garantias de exportação, dentre outros. É justamente neste cenário que a arbitragem surge como meio mais adequado para solução de controvérsias para esses tipos de contratos", detalha a advogada. Cíntia Nogueira também completa explicando que, havendo o descumprimento de um contrato de compra e venda de commodities e, havendo as partes optado pela arbitragem como meio de solução de controvérsias, poderá a parte que se sentir prejudicada ingressar com o pedido de instauração de um procedimento arbitral, que será analisado e julgado por especialistas da confiança das partes, conhecedores do mercado objeto da controvérsia e, no menor tempo possível, considerando a Lei de Arbitragem (9.307/96), em até seis meses. "A sentença arbitral deverá ser cumprida pela parte vencida, nos termos do quanto determinado pelos árbitros, sendo que, em caso de não cumprimento voluntário, a parte vencedora poderá ingressar diretamente com processo de execução junto ao Poder Judiciário, pois a sentença arbitral é irrecorrível", finalizou. Com informações da Bolsa Brasileira de Mercadorias. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

06/05 EMPRESAS: Departamento de Justiça dos EUA encerra investigação contra BRF

Porto Alegre, 6 de maio de 2021 - A BRF S.A. informou aos acionistas e ao mercado em geral, em consonância com comunicados, onde indica que vem colaborando com as autoridades brasileiras e estrangeiras para o esclarecimento dos fatos apurados no âmbito das Operações Trapaça e Carne Fraca, que o Departamento de Justiça dos EUA emitiu carta à Companhia, em 5 de maio de 2021, declarando que encerrou a investigação contra a BRF, com base nas informações que possui até referida data. Nenhuma sanção ou penalidade foi imposta contra a Companhia. A Companhia reitera seu compromisso de colaborar com as autoridades e entende que este processo de cooperação fortalece e consolida as mudanças e aprimoramentos que implementou em seus processos e controles internos, com o objetivo de garantir os mais elevados padrões de segurança, integridade e qualidade. As informações partem da Diretoria Financeira e de Relações com Investidores da BRF. Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS Copyright 2021 - Grupo CMA

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